Maceió amanhece sem ônibus e rodoviários mantêm greve
Os rodoviários decidiram manter a greve da categoria, durante assembleia realizada na manhã desta terça-feira (1); com isso, Maceió continua sem ônibus; os veículos não saíram das garagens e a população precisou buscar alternativas para chegar até o destino; os donos das empresas de ônibus acataram o acordo proposto pela Justiça de conceder um reajuste salarial de 4,5%, mas, a proposta não foi aceita pelos rodoviários, que pedem 6% de reajuste no salário e 8% no ticket alimentação
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Alagoas 247 – Os rodoviários decidiram manter a greve da categoria, durante assembleia realizada na manhã desta terça-feira (1), na garagem da empresa São Francisco. Com isso, Maceió continua sem ônibus. Os veículos não saíram das garagens e a população precisou buscar alternativas para chegar até o destino.
"Em nenhum momento foi citado a situação do trabalhador. Os rodoviários estão esquecidos. Se não for o trabalhador, os ônibus não circulam. Precisamos de valorização por parte do sindicato e das empresas. Estamos ganhando muito pouco e não é possível se manter. O mais absurdo é ter um plano de saúde, e o rodoviário não poder colocar nem a mulher e nem os filhos," disse o motorista Mário Moral, como é conhecido.
Os donos das empresas de ônibus acataram o acordo proposto pela Justiça de conceder um reajuste salarial de 4,5%, mas, a proposta não foi aceita pelos rodoviários, que pedem 6% de reajuste no salário e 8% no ticket alimentação.
A orientação inicial do Sinttro era que o percentual fosse aprovado e a greve suspensa.
No final da manhã de hoje, os rodoviários irão se reunir na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para discutir a nova proposta encaminhada pelos trabalhadores e também decidir a quantidade de ônibus que irão rodar pela cidade.
Na semana passada, durante reunião com os empresários, os rodoviários chegaram, inclusive, a reduzir o percentual de reajuste inicialmente reivindicado, de 15% para 8%, mas os donos das empresas de ônibus dizem só haver condições de conceder 3,5%, proposta que já havia sido rejeitada pelos trabalhadores.
Com gazetaweb.com
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