Lúcia Vânia critica infraestrutura de Dilma
Em discurso no plenário, senadora goiana bate na gestão do governo federal na area. Para ela, União investe mais em rodovias e deixa em segundo plano as ferrovias, por exemplo. A Norte-Sul, em Goiás, está inacabada
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247 – No embalo do embate entre PSDB e PT na CPI mista do Cachoeira, a senador Lúcia Vânia (PSDB), que não costuma bater, criticou o governo Dilma pela escolha na hora de investor em infraestrutura. Ela falou nesta quinta-feira, 14. Nesta sexta, 15, o governador Marconi Perillo (PSDB) tem audiência com a presidente.
Na avaliação da parlamentar, além de o investimento brasileiro em rodovias, ferrovias e navegação aquaviária ser muito pequeno, girando em torno de apenas 4% do Produto Interno Bruto (PIB), os gastos do governo nesse setor são mal distribuídos.
A senadora lembrou que maior volume de recursos é direcionado para rodovias, ficando em segundo plano os modais de transporte ferroviário e aquaviário, os mais estratégicos, em sua avaliação, para países, como o Brasil, com grandes dimensões territoriais.
Lúcia Vânia disse que embora o Brasil tenha o Plano Nacional de Viação (PNV) e o Sistema Nacional de Viação (SNV) não há qualquer planejamento que prenuncie a interligação entre os vários modais de transporte. Ele ressaltou que a articulação dos modais ferroviário, rodoviário, aquaviário e aeroviário é necessária para permitir uma mobilidade de cargas e pessoas pelo território nacional que venha ao encontro das reais necessidades do país.
A parlamentar informou que um grupo de senadores da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) reuniu-se nesta quinta-feira com a ministra da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, para tratar de questões como acompanhamento das obras do PAC; planejamento setorial das ações do Ministério dos Transportes; articulação entre os órgãos federais afins; falta de estrutura mínima das agências reguladoras; lentidão na execução dos investimentos, embora os recursos estejam disponíveis; e a questão dos investimentos privados em portos. (Com Agência Senado)
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