Liminar pôs Jereissati na “repatriação”

Graças a uma liminar da Justiça Federal, o empresário Carlos Jereissati, irmão do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), aderiu à "repatriação" de recursos ilegais no exterior, apesar de proibição expressa à participação de parentes de políticos na lei que criou o programa; de acordo com o processo, Jereissati tinha interesse em regularizar recursos que foram transferidos em 2009 a um "trust" nas Ilhas Bermudas sem comunicação às autoridades fiscais e cambiais brasileiras

Graças a uma liminar da Justiça Federal, o empresário Carlos Jereissati, irmão do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), aderiu à "repatriação" de recursos ilegais no exterior, apesar de proibição expressa à participação de parentes de políticos na lei que criou o programa; de acordo com o processo, Jereissati tinha interesse em regularizar recursos que foram transferidos em 2009 a um "trust" nas Ilhas Bermudas sem comunicação às autoridades fiscais e cambiais brasileiras
Graças a uma liminar da Justiça Federal, o empresário Carlos Jereissati, irmão do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), aderiu à "repatriação" de recursos ilegais no exterior, apesar de proibição expressa à participação de parentes de políticos na lei que criou o programa; de acordo com o processo, Jereissati tinha interesse em regularizar recursos que foram transferidos em 2009 a um "trust" nas Ilhas Bermudas sem comunicação às autoridades fiscais e cambiais brasileiras (Foto: Giuliana Miranda)


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Ceará 247 - Amparado por uma liminar da Justiça Federal, o empresário Carlos Jereissati, irmão do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), aderiu à "repatriação" de recursos ilegais no exterior, apesar de proibição expressa à participação de parentes de políticos na lei que criou o programa.

As informações são de reportagem do Valor

"De acordo com o processo, Jereissati tinha interesse em regularizar recursos que foram transferidos em 2009 a um "trust" nas Ilhas Bermudas sem comunicação às autoridades fiscais e cambiais brasileiras. Os valores da transação estão sob sigilo de Justiça.

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Este é um dos poucos casos de que se tem notícia - mas não o único - e tributaristas alertam para o risco de a liminar ser cassada e expor o contribuinte a sanções. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) vai recorrer da decisão."

 

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