Líder do governo na Assembleia chama de “burrice” projeto de Alckmin

Até deputados tucanos estão contra o projeto de lei 920/17, de autoria do governador Geraldo Alckmin, cujo texto prevê congelamento de gastos do governo estadual por dois anos; para o líder do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), “é uma burrice o envio desse projeto à Casa”; ele alegou, em discurso na tribuna, que não adianta congelar gastos sem rever os compromissos com os servidores e com a população

Até deputados tucanos estão contra o projeto de lei 920/17, de autoria do governador Geraldo Alckmin, cujo texto prevê congelamento de gastos do governo estadual por dois anos; para o líder do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), “é uma burrice o envio desse projeto à Casa”; ele alegou, em discurso na tribuna, que não adianta congelar gastos sem rever os compromissos com os servidores e com a população
Até deputados tucanos estão contra o projeto de lei 920/17, de autoria do governador Geraldo Alckmin, cujo texto prevê congelamento de gastos do governo estadual por dois anos; para o líder do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), “é uma burrice o envio desse projeto à Casa”; ele alegou, em discurso na tribuna, que não adianta congelar gastos sem rever os compromissos com os servidores e com a população (Foto: Charles Nisz)


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SP 247 - Na audiência pública contra a PL 920/17, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e que congela os gastos do Estado por dois anos, o líder do governo, deputado Barros Munhoz (PSDB) chamou de "burrice" o envio do projeto para a Assembleia Legislativa de São Paulo.

“É uma burrice o envio desse projeto à Casa”, discursou na tribuna. Ele alegou que não adianta congelar gastos sem rever os compromissos com os servidores e com a população.

O Projeto de Lei (PL) 920/2017 tramita em regime de urgência. E reproduz, no estado, o modelo adotado pelo governo Temer na Emenda Constitucional 95, que também engessa os investimentos públicos por 20 anos, que ficou conhecida como PEC do Teto e PEC da Morte.

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Pela proposta, o governo paulista só poderá aumentar os gastos em cada uma das áreas de acordo com a inflação do ano anterior, sem crescimento real dos investimentos, congelando também os salários dos servidores. 

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