“Lei de Cotas para pessoas com deficiência não é respeitada”, diz Aribé

Para tentar resolver problema, Fundat, com o apoio do vereador Lucas Aribé, entidades de defesa das pessoas com deficiência e Ministério do Trabalho, realizará cursos de capacitação voltados para este público específico; “quando se fala em inclusão social, falamos em todas as esferas da sociedade”, afirma Fundat  

“Lei de Cotas para pessoas com deficiência não é respeitada”, diz Aribé
“Lei de Cotas para pessoas com deficiência não é respeitada”, diz Aribé


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Sergipe 247 – Pessoas com deficiência terão a oportunidade de participar dos cursos de capacitação, formação e empreendedorismo oferecidos pela Fundação Municipal do Trabalho (Fundat). Em reunião nesta semana, a direção do órgão, com o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Senac, Ministério do Trabalho, através da Secretaria Regional do Trabalho (SRT), o vereador Lucas Aribé (PSB) e a Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe (Adevise) definiram como irão atender a esta parcela de público.

“Nossa intenção é fazer um trabalho com a sociedade aracajuana, mas fizemos essa reunião para que possamos focar nas pessoas com deficiência também. Quando se fala em inclusão social, falamos em todas as esferas da sociedade”, pontua Randrey Vilar, coordenador de empreendedorismo da Fundat. Para isso, será implementado um banco de dados com nomes, endereços e telefones das pessoas com deficiência em Aracaju.

O vereador Lucas Aribé ressaltou a importância de promover cursos de capacitação e profissionalizantes para pessoas com deficiência, pois dessa forma facilita a inserção e, principalmente, a manutenção desse público no mercado de trabalho. “O importante é direcionar de forma prática essa preparação, para que a Lei de Cotas (que garante a presença de pessoas com deficiência no mercado de trabalho) possa ser respeitada, o que não ocorre atualmente, com a desculpa de não existir mão de obra capacitada para atender a demanda”, afirmou.

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De acordo com a coordenadora da SRT, Urcelina Porto, com base em informações precisas, o trabalho com essas pessoas pode ser feito de uma maneira proveitosa e salientou a importância de ter pessoas com olhar inclusivo fazendo parte dessas ações. “Esse projeto deve ter pessoas que entendam de inclusão como um todo. Somar essas instituições, inclusive com a presença de Lucas Aribé, um vereador, é ideal. Temos mais força. Nos deixa mais otimistas”, ressaltou.

Para Maria Goretti Medeiros, presidente do Conselho Municipal, trata-se de um novo momento da luta das pessoas com deficiência. “Estamos em um momento diferente, quando os três poderes: legislativo, executivo e judiciário, nos procuram. Isso é importante porque sabemos que há uma somação de esforços para resolver os problemas existentes”, ressalta.

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O vereador Lucas Aribé disse ainda que essa parceria com a Fundat traz ganhos significativos, para toda a sociedade, uma vez que oportuniza conhecimento e autonomia para que cada um conquiste seu espaço como cidadão produtivo. “Encontros como este nos permitem refletir e agir para modificar a situação vigente, considerando que a contratação de uma pessoa com deficiência deve ser vista como qualquer outra. Afinal, o que o empregador espera do empregado é profissionalismo, dedicação, assiduidade, enfim, atributos que todos podem oferecer se preparados para tal”, diz.

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