Kalil: ‘tirar camelôs de rua me tirou o sono’

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, fez uma transmissão pelo Facebook comentando sobre a retirada dos ambulantes do centro da cidade, saúde, mobilidade urbana e economia; “Tirar os camelôs da rua foi uma coisa que me doeu, que me tirou sono. Mas teve uma coisa, eu dei o cronograma e disse que iríamos fazer e fizemos o máximo que conseguimos de humanidade, mais do que fizemos não tinha como fazer”, afirmou

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, fez uma transmissão pelo Facebook comentando sobre a retirada dos ambulantes do centro da cidade, saúde, mobilidade urbana e economia; “Tirar os camelôs da rua foi uma coisa que me doeu, que me tirou sono. Mas teve uma coisa, eu dei o cronograma e disse que iríamos fazer e fizemos o máximo que conseguimos de humanidade, mais do que fizemos não tinha como fazer”, afirmou
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, fez uma transmissão pelo Facebook comentando sobre a retirada dos ambulantes do centro da cidade, saúde, mobilidade urbana e economia; “Tirar os camelôs da rua foi uma coisa que me doeu, que me tirou sono. Mas teve uma coisa, eu dei o cronograma e disse que iríamos fazer e fizemos o máximo que conseguimos de humanidade, mais do que fizemos não tinha como fazer”, afirmou (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, fez uma transmissão pelo Facebook comentando sobre a retirada dos ambulantes do centro da cidade, saúde, mobilidade urbana e economia.

“Tirar os camelôs da rua foi uma coisa que me doeu, que me tirou sono. Mas teve uma coisa, eu dei o cronograma e disse que iríamos fazer e fizemos o máximo que conseguimos de humanidade, mais do que fizemos não tinha como fazer”, afirmou.

Ao falar acerca da saúde, o chefe do executivo disse que houve uma economia de 120 milhões na área apenas abaixando o número de terceirizados.

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“Só no setor de saúde sem mexer em pessoal e apenas abaixando a taxa dos terceirizados que girava em torno de 25%, nós padronizamos na saúde 10% e isso nos deu uma economia de 120 milhões de reais dentro do setor de saúde. Isso é uma coisa importante que poderia ter sido feita e não foi. Agora todo terceirizado está concentrado em uma só secretaria. Nós autorizamos e demos dinheiro para reforma de 156 centros de saúde Eu arrumei o dinheiro”, disse Kalil.

O prefeito reforçou que não faltará fita de glicemia e que o Hospital do Barreiro será aberto nem que seja “no tapa e no pescoção”. “Vamos enxugar muito a prefeitura para que o dinheiro chegue até você. Eu vou vim mais aqui, eu não quero que você que me elegeu", acrescentou.

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Sobre mobilidade, Kalil disse que, enquanto não tiver auditoria e não abrir a caixa preta não tem aumento de passagem. 

 

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