Kalil quer liberação de voos na Pampulha e critica ministério

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), demonstrou insatisfação com a decisão do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, que vetou a volta de voos comerciais de grande porte ao terminal do Aeroporto da Pampulha; "Eu não quero brigar com ninguém, mas tenho obrigação de lutar para revitalizar uma zona importante que está morta", afirmou Kalil, durante evento na capital; o prefeito criticou o ministério, ao dizer que a pasta teve como objetivo ajudar a iniciativa privada; "Esse aqui é o país da empresa privada. O que nós queremos é o público, nós estamos aqui defender a coisa pública. Quem tem que defender empresa privada não é governo, não é ministro"

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), demonstrou insatisfação com a decisão do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, que vetou a volta de voos comerciais de grande porte ao terminal do Aeroporto da Pampulha; "Eu não quero brigar com ninguém, mas tenho obrigação de lutar para revitalizar uma zona importante que está morta", afirmou Kalil, durante evento na capital; o prefeito criticou o ministério, ao dizer que a pasta teve como objetivo ajudar a iniciativa privada; "Esse aqui é o país da empresa privada. O que nós queremos é o público, nós estamos aqui defender a coisa pública. Quem tem que defender empresa privada não é governo, não é ministro"
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), demonstrou insatisfação com a decisão do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, que vetou a volta de voos comerciais de grande porte ao terminal do Aeroporto da Pampulha; "Eu não quero brigar com ninguém, mas tenho obrigação de lutar para revitalizar uma zona importante que está morta", afirmou Kalil, durante evento na capital; o prefeito criticou o ministério, ao dizer que a pasta teve como objetivo ajudar a iniciativa privada; "Esse aqui é o país da empresa privada. O que nós queremos é o público, nós estamos aqui defender a coisa pública. Quem tem que defender empresa privada não é governo, não é ministro" (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), comentou a decisão do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, que vetou a volta de voos comerciais de grande porte ao terminal do Aeroporto da Pampulha. O aeroporto recebe apenas aviões de menor porte, que fazem taxi aéreo. O pedido de liberação de voos comerciais partiu da Infraero, estatal que administra o aeroporto.

O chefe do executivo afirmou que pretende continuar a lutar pela proposta. "Nós vamos continuar lutando, porque ficamos sabendo ontem que a ordem veio do ministro que frequenta Belo Horizonte, que conhece muito Belo Horizonte, que vive em Belo Horizonte, que é o Moreira Franco. É um cara que é assíduo aqui em Belo Horizonte, conhecido da população. Ele mandou dar uma canetada e resolveu um problema de Belo Horizonte, que é um lugar que ele conhece e frequenta muito. Eu não quero brigar com ninguém, mas tenho obrigação de lutar para revitalizar uma zona importante que está morta", afirmou Kalil, durante assinatura da ordem de serviços para o início da modernização e manutenção da iluminação pública de Belo Horizonte. 

"Nós vamos recorrer aos deputados, aos senadores, porque esse negócio de meter a caneta em Belo Horizonte, nós queremos caneta aqui é para saneamento básico, é para recapeamento, para obra. Caneta para proibir nós estamos agradecendo", acrescentou.

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Segundo Kalil, é "pequenez" considerar que voos na Pampulha vão atrapalhar Confins. O prefeito criticou o ministério, ao dizer que a pasta teve como objetivo ajudar a iniciativa privada. "Esse aqui é o país da empresa privada. O que nós queremos é o público, nós estamos aqui defender a coisa pública. Quem tem que defender empresa privada não é governo, não é ministro", disse. 

PPP

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O contrato de Parceria Público-Privada (PPP) prevê a substituição de 180 mil lâmpadas convencionais em Belo Horizonte por lâmpadas de LED, até 2020. Deve haver redução de, no mínimo, 45% no consumo de energia nos três primeiros anos. A prefeitura investirá,  R$ 100 milhões nos três primeiros anos, e a concessionária, R$ 280 milhões.

"As alterações foram feitas para trazer um valor agregado maior para a prefeitura, para o poder público, e retornar o comando da operação para a prefeitura, e os percentuais de economia também aumentam com a prefeitura. Houve uma negociação intensa para que chegássemos a um consenso de nem querer matar o empresário nem matar o poder público em relação a uma PPP, que é muito importante", disse.

"Nós vamos mudar o patamar de iluminação na cidade gastando a mesma coisa que estamos gastando hoje", afirmou o secretário municipal de Finanças, Fuad Norman.

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A ordem de serviço será publicada oficialmente no próximo dia 22, e a expectativa é que até outubro seja iniciado o processo de modernização da iluminação pública.

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