Justiça proíbe festas juninas no interior
Já são duas cidades do interior de Alagoas impedidas de realizar os festejos juninos. As comemorações de São João e São Pedro foram proibidas por causa de dívidas salarias com os funcionários públicos. Os prefeitos de Matriz do Camaragibe e São Luís do Quitunde ainda podem ser processados por improbidade administrativa.
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Alagoas247 - O não cumprimento de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) e o atraso nos salários de dezembro do ano passado dos funcionários públicos de Matriz de Camaragibe fizeram a Justiça determinar, ontem, a suspensão dos festejos juninos da cidade. Além disso, a promotoria em Matriz estuda instaurar inquérito civil público que pode levar a um processo de improbidade administrativa contra o prefeito Marcos Paulo do Nascimento (PSD), também por conta dos mesmos débitos.
Com a decisão do juiz titular do município, Yuli Rotter Maia, sobe para dois o número de cidades do Litoral Norte que não terão as festas de São João e São Pedro como planejadas por seus prefeitos. No começo da semana, o promotor de Justiça Jorge Luiz Bezerra já havia recomendado que o prefeito de São Luís do Quitunde, Eraldo Pedro (PMDB), não realizasse as festas juninas também por débitos que podem ultrapassar R$ 1 milhão.
“O TAC é de 2007 e tratava de assuntos como Plano de Cargos e Carreiras (PCC) dos funcionários da saúde. Agora, há atraso nos salários dos servidores de Matriz, que não receberam os vencimentos de dezembro de 2012.
Com gazetaweb.com
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