Justiça aceita denúncia contra ex-governador e secretário do Ministério da Saúde

A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal de Alagoas contra membros do ex-governo estadual foi acatada pela Justiça Federal e tornou réu o ex-governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB) e Marco Antônio de Araújo Fireman, atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; eles são acusados por desvio de dinheiro público nas obras dos trechos 3 e 4 do Canal do Sertão; o MPF requereu ainda à Justiça a decretação de sequestro dos bens e das quantias depositadas nas contas dos denunciados até o valor total de R$ 71 milhões

A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal de Alagoas contra membros do ex-governo estadual foi acatada pela Justiça Federal e tornou réu o ex-governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB) e Marco Antônio de Araújo Fireman, atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; eles são acusados por desvio de dinheiro público nas obras dos trechos 3 e 4 do Canal do Sertão; o MPF requereu ainda à Justiça a decretação de sequestro dos bens e das quantias depositadas nas contas dos denunciados até o valor total de R$ 71 milhões
A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal de Alagoas contra membros do ex-governo estadual foi acatada pela Justiça Federal e tornou réu o ex-governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB) e Marco Antônio de Araújo Fireman, atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; eles são acusados por desvio de dinheiro público nas obras dos trechos 3 e 4 do Canal do Sertão; o MPF requereu ainda à Justiça a decretação de sequestro dos bens e das quantias depositadas nas contas dos denunciados até o valor total de R$ 71 milhões (Foto: Voney Malta)


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Por cadaminuto.com.br - A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal de Alagoas contra membros do ex-governo estadual foi acatada pela Justiça Federal e tornou réu o ex-governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, além de outros acusados por desvio de dinheiro público em benefício próprio e alheio.

Vilela é acusado de organizado a distribuição de propina entre os anos de 2009 e 2014, referente às obras dos trechos 3 e 4 do Canal do Sertão, o que configurou os crimes defraude à lei de licitação, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de capitais, entre os anos de 2009 e 2014.

Além de Vilela Filho, o núcleo político da denúncia também é composto por: Marco Antônio de Araújo Fireman, ex-secretário Estadual de Infraestrutura; Fernando José Carvalho Nunes, ex-secretário adjunto Estadual de Infraestrutura; Ricardo Felipe Valle Rego de Aragão, ex-Superintendente/Assessor de Projetos Especiais da Secretaria Estadual de Infraestrutura; Carlos Alberto Quintella Jucá, ex-assessor especial do ex-governador; e Elias Brandão Vilela Neto, irmão do ex-governador.

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Do núcleo empresarial, os denunciados são: João Antonio Pacífico Ferreira, que na época dos fatos era diretor-superintendente da Construtora Norberto Odebrecht; Alexandre Biselli, diretor de contrato da Odebrecht; Fabiano Rodrigues Munhoz, também diretor da construtora Odebrecht; Jerônimo Leoni Leandro Lima, engenheiro da Cohidro Engenharia; José Ricardo Nogueira Breghirolli, diretor da Construtora OAS, e; Ide Saffe Junior, engenheiro da OAS.

O MPF requereu ainda à Justiça a decretação de sequestro dos bens e das quantias depositadas nas contas dos denunciados até o valor total de R$ 71 milhões.

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