Juiz não vê motivo para anular julgamento
O juiz Maurício Brêda, responsável pela condução do julgamento que inocentou quatro ex-seguranças do empresário Paulo César Farias e de sua namorada, Suzana Marcolino, afirma que há uma certidão atestando que os jurados não se comunicaram; já o promotor do caso, Marcos Mousinho, declarou que houve quebra na incomunicabilidade dos jurados
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Alagoas247 - O juiz Maurício Brêda afirma que não há razão para a anulação do júri que inocentou, na semana passada, os quatro ex-seguranças do empresário Paulo César Farias, encontrado morto em 1996 em sua casa na praia de Jacarecica, em Maceió, ao lado de sua namorada, Suzana Marcolino.
O magistrado, que conduziu o julgamento, disse ter sido pego de surpresa com as declarações do promotor do caso, Marcos Mousinho, de que houve quebra na incomunicabilidade dos jurados, o que seria uma falha processual que reforçaria a necessidade de anulação do julgamento.
Brêda diz que há uma certidão de um oficial de Justiça que atesta que os jurados não se comunicaram. “Entendo que o caráter dessa incomunicabilidade é relativo. Se a família fizer um contato com o jurado e não tratar do processo durante o julgamento, não vejo nenhum problema”, explica o juiz.
Segundo o promotor, uma jurada relatou que na terça-feira (7), segundo dia do julgamento, seu marido foi perseguido por um carro preto que tentou provocar um acidente no trajeto entre Barra Nova e Maceió.
O marido viajava para entregar objetos pessoais à mulher no hotel em que os jurados ficaram hospedados ao longo do período de julgamento.
Com gazetaweb.com
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