Juiz manda soltar suspeitos da morte do cabo Claudemir

Após acatar denúncia do Ministério Público, o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Antônio Nolleto, pronunciou ao Tribunal do Júri os oito envolvidos na morte do policial do Bope Claudemir Sousa; o magistrado também revogou a prisão preventiva deles, que aguardarão o julgamento em liberdade; o juiz argumentou que os suspeitos já estão há mais de um ano presos e responderam regularmente ao feito, participando de todos os atos processuais aos quais foram intimados

Após acatar denúncia do Ministério Público, o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Antônio Nolleto, pronunciou ao Tribunal do Júri os oito envolvidos na morte do policial do Bope Claudemir Sousa; o magistrado também revogou a prisão preventiva deles, que aguardarão o julgamento em liberdade; o juiz argumentou que os suspeitos já estão há mais de um ano presos e responderam regularmente ao feito, participando de todos os atos processuais aos quais foram intimados
Após acatar denúncia do Ministério Público, o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Antônio Nolleto, pronunciou ao Tribunal do Júri os oito envolvidos na morte do policial do Bope Claudemir Sousa; o magistrado também revogou a prisão preventiva deles, que aguardarão o julgamento em liberdade; o juiz argumentou que os suspeitos já estão há mais de um ano presos e responderam regularmente ao feito, participando de todos os atos processuais aos quais foram intimados (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí 247 - Após acatar denúncia do Ministério Público, o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Antônio Nolleto, pronunciou ao Tribunal do Júri os oito envolvidos na morte do policial do Bope Claudemir Sousa. O magistrado também revogou a prisão preventiva deles, que aguardarão o julgamento em liberdade. O juiz argumentou que os suspeitos já estão há mais de um ano presos e responderam regularmente ao feito, participando de todos os atos processuais aos quais foram intimados.

"Dessa forma deve-se reconhecer que não persistem os motivos que autorizaram a manutenção das suas custódias", diz a decisão.

O policial foi executado com cinco tiros no dia 6 de dezembro de 2016, quando saía de uma academia no bairro Saci, na zona Sul. 

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Leonardo Ferreira Lima, Francisco Luan de Sena, José Roberto Leal da Silva, identificado no processo como "Beto Jamaica",  Thaís Monait Neris de Oliveira e Maria Ocionira Barbosa de Sousa,foram pronunciados pelo crime de associação criminosa.

Weslley Marlon Silva e Flávio Willame da Silva, identificado no processo como "Boneco", "Bruno", ou "Pequeno", foram denuncioapor associação criminosa, receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.  Igor Andrade Sousa foi pronunciado por adulteração de sinal identificador de veículo automotor, associação criminosa e roubo majorado.

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