Judson diz que governador do PSDB é insensível e um grande ator

Segundo o deputado estadual Judson Cabral (PT), o governador Vilela (PSDB) sente, ouve e até chora com as reclamações da população, mas, logo “esquece e volta a viver na Califórnia, perdendo de foco a realidade local”. Declarações ocorreram durante sessão especial na ALE com representantes da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação.

Judson diz que governador do PSDB é insensível e um grande ator
Judson diz que governador do PSDB é insensível e um grande ator


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Alagoas247 - Durante sessão especial na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), nesta manhã (24), a Casa de Tavares Bastos recebeu representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL) para debater a 14ª Semana em Defesa da Promoção da Educação. No entanto, a sessão serviu, também, para o deputado Judson Cabral (PT) fazer coro às declarações do colega Olavo Calheiros (PMDB) e lamentar a insensibilidade do governador Teotônio Vilela (PSBD) diante da realidade do povo alagoano.

 Segundo o petista, o chefe do Executivo sente, ouve e até chora com as reclamações da população, mas, rapidamente, “esquece e volta a viver na Califórnia, perdendo de foco a realidade local”.

Nesta quarta-feira (24), a Casa de Tavares Bastos recebeu representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL) para debater a 14ª Semana em Defesa da Promoção da Educação.

Judson revelou que o governador é um grande ator e tem uma facilidade enorme de ignorar as principais reclamações da sociedade que chegam até ele. “Falta sensibilidade. Ele recebe as pessoas e dez minutos depois as esquece. Então, volta a sonhar com o birô esplêndido do Senado Federal ou na Califórnia, num país de primeiro mundo. Totalmente diferente da realidade alagoana", considera.

O petista também comentou a declaração da desembargadora Elisabeth Caralho, que pediu – durante sessão do Pleno do Tribunal de Justiça - a saída do secretário de Estado de Defesa Social, Dário César.

“Não acredito que o chefe da pasta seja o único culpado pelos terríveis indicies sociais. Na verdade, acredito que deveria haver uma mudança de postura do governo, ou seja, maior sintonia com as realidades dos membros da segurança pública e parceria com os prefeitos. Tratar, também, a educação como prioridade. Nos últimos doze anos, vários secretários passaram pela pasta. Só isso mostra a falta de compromisso das gestões”, lamentou.

 Com gazetaweb.com

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