Judaísmo reforça interesse de O Boticário pela Bahia
Além do potencial de geração de emprego e renda, o governador Jaques Wagner (PT) teria ficado atraído por um diferencial para trazer O Boticário para a Bahia; o dono da perfumaria, Miguel Krigsner, assim como ele, também é judeu; Wagner visitou ontem a fábrica da perfumaria em Curitiba e aproveitou para conhecer o Museu do Holocausto
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Bahia 247
Fontes do 247 no Paraná têm informação de que, além do potencial de geração de emprego e renda, o governador Jaques Wagner (PT) teria ficado atraído por um diferencial para trazer O Boticário para a Bahia. O dono da perfumaria, Miguel Krigsner, assim como ele, também é judeu.
Os pais de Jaques Wagner, José e Paulina, fugiram da Polônia nos anos 1940 e se refugiaram no Brasil, no Rio de Janeiro, onde ele nasceu. Seus pais eram perseguidos pelo nazismo depois da ocupação pela Alemanha de Adolf Hitler. Wagner é judeu e garante que mantém suas tradições religiosas.
Wagner foi a Curitiba ontem conhecer o Museu do Holocausto e as instalações da fábrica de o Boticário. "Estou no Paraná para buscar investimentos para nosso Estado. A Bahia é um Estado grande que tem muito a aprender com o Paraná", disse o governador da Bahia.
O Boticário se instalará em Camaçari e está investindo R$ 535 milhões nas construções de uma fábrica e de um centro de distribuição. Unidade da Bahia será a maior do Boticário no Brasil e terá a função de atender todo o Nordeste e parte do Sudeste.
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