Joesley, da Friboi, vê multa da Receita como indevida

Administrador do maior frigorífico do mundo diz em nota que não foi intimado pelo Ministério Público Federal (até porque não é essa a função da Procuradoria); empresário alega que saiu vitorioso em grande parte da discussão na esfera administrativa, que originalmente o auto de infração é de R$ 4 milhões e que ofereceu uma carta de fiança de R$ 10 milhões; cobrança está na justiça

Joesley, da Friboi, vê multa da Receita como indevida
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Goiás 247 - O megaempresário Joesley Batista nega que tenha sido intimado pelo Ministério Público Federal de Goiás por crime tributário, conforme noticiou o órgão nesta quarta-feira 30. Por meio da assessoria de imprensa da J&F Holding, Joesley defende que o processo citado teve origem numa discussão na Receita Federal "sobre auto de infração no valor de R$ 4 milhões".

De acordo com o MPF-GO, o sócio majoritário e administrador do então frigorífico Eldorado Indústria e Comércio de Carnes, conhecido como Friboi, "é apontado por sonegar mais de R$ 10 milhões (valores atualizados) entre janeiro de 1998 e julho de 1999".

Ainda segundo a assessoria do empresário, a cifra seria, na verdade, o valor de uma carta de fiança oferecida por ele para que não houvesse prejuízo aos cofres públicos, mas que a nulidade da cobrança aguarda decisão da justiça de Anápolis.

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Leia abaixo a  íntegra da nota divulgada pela assessoria de imprensa da J&F:

A respeito de informações veiculadas nesta quarta-feira pelo Ministério Publico Federal em Goiás, esclarecemos que o empresário Joesley Batista não foi intimado pelo MPF. Com relação ao processo, que se originou numa discussão na Receita Federal, sobre auto de infração no valor de R$ 4 milhões, o empresário saiu vitorioso em grande parte da discussão na esfera administrativa e espera sair vitorioso também no MPF. O empresário considera que o débito é nulo e, portanto, indevido. Para poder discutir judicialmente o débito, entretanto, Joesley Batista ofereceu, e foi aceita pela Receita Federal, uma carta de fiança no valor de R$ 10 milhões, sendo assim não haverá prejuízo para os cofres públicos, independentemente da decisão a ser tomada. O processo judicial, onde se discute a nulidade da cobrança, aguarda decisão da justiça federal de Anápolis.

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