João Paulo quer Eduardo no palanque de Dilma
O ex-prefeito do Recife e deputado federal João Paulo (PT-PE) defendeu uma aliança do Partido dos Trabalhadores com o PSB nas eleições presidenciais em 2014; o parlamentar afirmou que ainda há esperança de levar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que pode se candidatar a presidente no ano que vem, ao palanque da atual chefe do Executivo federal, Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição
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PE247 – O ex-prefeito do Recife e deputado federal João Paulo (PT-PE) defendeu uma aliança do Partido dos Trabalhadores com o PSB nas eleições presidenciais em 2014. O parlamentar afirmou que ainda há esperança de levar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que pode se candidatar a presidente no ano que vem, ao palanque da atual chefe do Executivo federal, Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição.
De acordo com o deputado, que foi vice na chapa correligionário Humberto Costa nas eleições do ano passado, o fato do Governo Dilma estar enfrentando um cenário global econômico desfavorável ao Brasil, além do PT estar se relacionando com diversos setores da sociedade, dá ao partido credibilidade para tentar a reeleição.
“Durante os dez anos, o PT fez um governo que se relacionou, desde Lula e agora com Dilma, com os conjuntos da sociedade, como tem enfrentado, inclusive, um cenário adverso internacional, então, tudo isso, a meu ver, dá uma legitimidade muito grande para que o partido tenha plenas condições, até por conta da sua política de alianças, de dar a ela um segundo mandato”, declarou João Paulo, em entrevista à Rádio Folha.
Quanto à possibilidade do governador Eduardo Campos ser vice do PT nas próximas eleições, o deputado João Paulo não quis comentar a respeito, porém ressaltou a importância do Governo Federal para o Estado de Pernambuco. “Acho que o que é importante disso é o PSB estar junto conosco na continuidade de um projeto nacional. Se o governo de Lula e Dilma tem marcado diferentemente Pernambuco, é um marco na história do Estado esse apoio, a solidariedade e os investimentos que o Governo Federal tem feito aqui”, disse.
Ser vice em uma chapa encabeçada pelo PT é uma possibilidade descartada pelos interlocutores do PSB. Embora Eduardo Campos adote uma postura de presidenciável, como, por exemplo, fazendo críticas ao Governo Federal com relação à política econômica, por outro o socialista afirmou recentemente que vai decidir se será candidato ou não até janeiro do ano que vem.
Mesmo assim, um dos principais aliados do gestor no Congresso, o ex-governador de Pernambuco e senador, Jarbas Vasconcelos (PMDB), dá a candidatura de Campos como “irreversível”. A declaração veio logo após o ex-presidente Lula ter lançado Dilma como candidata à reeleição em um evento, realizado em São Paulo, sobre os dez anos do PT à frente do Executivo brasileiro.
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