João da Costa ainda estuda recorrer de decisão do PT

Ainda bastante irritado, prefeito do Recife adianta que precisa ouvir seus aliados no Recife para optar o caminho que escolherá. No entanto, defensores do gestor já o querem de novo no campo de batalha. A novela continua 

João da Costa ainda estuda recorrer de decisão do PT
João da Costa ainda estuda recorrer de decisão do PT (Foto: Fernando Silva/PCR)


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– Após ser comunicado pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, da escolha que ainda será proclamada pela executiva nacional da legenda, pelo senador Humberto Costa como candidato à Prefeitura do Recife, o prefeito João da Costa indicou que deverá reunir os aliados para discutir qula caminho seguir. O gestor ainda não decidiu se recorrerá ou não da posição assumida pelos cardeais da sigla. No entanto, defensores de Costa, como o deputado federal Fernando Ferro, já o pressionam para que leve essa luta até a última instância possível: o Diretório Nacional.

A ideia dos simpáticos a João da Costa é de que ele teria, neste momento, apoio popular suficiente para levar o comando nacional do PT a recuar da decisão tomada nesta terça-feira (5). Segundo fontes ligadas ao prefeito, a sociedade nunca esteve tão próxima do gestor como agora, uma vez que o veto ao seu nome não partiu da militância.

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No último dia 20, Costa venceu as prévias da legenda por pouco mais de 500 votos. O seu adversário, o secretário de Governo Maurício Rands, o acusou de ter fraudado o processo. Ao mesmo tempo, os membros da executiva nacional que acompanharam a eleição interna relataram, ao comando do partido, que a judicialização da disputa, com a introdução de liminares que alteraram o número de votantes, invalidou o resultado das primárias.

Nesse momento, o prefeito João da Costa, primeiro a entrar na Justiça para modificar o quantitativo de eleitores, esbarrou no primeiro grande entrave frente a executiva nacional. O colegiado havia decidido, há pouco mais de uma semana antes das prévias, o número de militantes aptos a votar no processo. A ação do gestor foi vista como uma afronta ao comando da sigla e novas prévias foram marcadas, com os mesmos concorrentes.

Entretanto, poucos dias antes da segunda disputa ser realizada, João da Costa e Maurício Rands foram convocados, às pressas, pelo presidente Rui Falcão para uma conversa em São Paulo. Nos bastidores, se comentou que, no encontro, o dirigente teria celebrado um acordo no qual os dois postulantes abririam mão de suas candidaturas para apoiar um nome de consenso, no caso o do senador Humberto Costa. Porém, tanto Costa quanto Rands negaram as especulações.

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Um dia após a reunião com Rui Falcão, Maurício Rands abandonou a disputa, declarou apoio a Humberto Costa e disse que esperava o mesmo do atual prefeito. Fato que não se confirmou. João da Costa convocou sua militância e assegurou que “não abriria mão nem para um trem”. Então, foi marcada uma nova reunião da executiva e, nessa, o gestor acabou derrotado.

 

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