João candidato em 2014 atrapalha projeto de Amorim, diz Jozailto Lima
Como indício do que diz, o colunista ressalta que o atual prefeito de Aracaju arquitetou sua volta ao poder como “um ativo engenheiro político” utilizando-se do apoio do grupamento liderado pelos Amorim, mas sem lhe dar nada em troca; colunista lembra ainda que Amorim não indicou o vice, não tem secretarias na prefeitura e não indicou o presidente da Câmara de Vereadores; “a existência da candidatura de Jackson Barreto (PMDB) e os mecanismos na esfera do alvismo certamente tiram a tranquilidade do amorinismo”, encerra
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Sergipe 247 – O diretor de Jornalismo do Cinform, Jozailto Lima, diz, na edição desta semana da coluna “Cinformando”, que a entrada do prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), na disputa eleitoral de 2014, como candidato a governador, “tira a tranquilidade” do senador Eduardo Amorim (PSC), que se considerava até então “um candidato imbatível”. “Até o ano passado, Amorim já era quase um governador eleito”, diz o jornalista.
Para Jozailto Lima, não resta dúvida que João será sim candidato, embora ele não afirme isto. “João está prefeito de Aracaju do mesmíssimo modo de alguém que se arrancha numa casa simples, humilde e menor à espera de que um palacete que ele supõe ao seu dispor, mas não lhe serve porque passa por uma reforma. João pensa e age como governador. Quer o Governo do Estado”, afirma.
Como indício do que diz, o colunista ressalta que o atual prefeito de Aracaju arquitetou sua volta ao poder como “um ativo engenheiro político” utilizando-se do apoio do grupamento liderado pelos Amorim, mas sem lhe dar nada em troca.
“Para se fazer prefeito e se fortalecer mais e mais visando o Governo, João contou com o apoio dos Amorim, mas os preteriu que, estranhamente, se propuseram a tamanho e perigoso papel. Traduzindo: João teve dele o apoio, mas não lhes deu nada. Tesou e foi à eleição tendo como vice o queridinho José Carlos Machado, com quem forma na política dupla Cosme e Damião há quase 40 anos. Na montagem do Governo, outro fiasco: não há uma só secretaria ocupada pelos amorinzistas. E quando teve de eleger o presidente da Câmara, o ungido foi, de novo, alguém do alvismo – o vereador Vinicius Porto”, justifica.
De acordo com Jozailto Lima, montado em todas essas prerrogativas, João, Machado e o deputado federal Mendonça Prado “fazem uma articulação cerrada para solapar o projeto Eduardo Amorim”. O jornalista ainda lembra que “a existência da candidatura de Jackson Barreto (PMDB) e os mecanismos na esfera do alvismo certamente tiram a tranquilidade do amorinismo”.
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