Jardel apresenta dossiê sobre gestão anterior ao Ministério Público

Documento tem 200 páginas e retrata o caos administrativo deixado pela gestão de Velomar Rios (PMDB); entre as principais irregularidades estão queima de documentos, sumiço de material e sucateamento de veículos e máquinas; MP agora vai apurar as denúncias

Jardel apresenta dossiê sobre gestão anterior ao Ministério Público
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Goiás 247_ Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (1º), o prefeito de Catalão, Jardel Sebba (PSDB), divulgou conteúdo do dossiê com mais de 200 páginas, entregue na última terça-feira, 27, ao Ministério Público. O documento contém as irregularidades apuradas por cada secretário apuradas desde o início de 2013.

O documento foi elaborado a partir das auditorias feitas nas secretarias foi entregue ao Promotor de Justiça Rony Alvacir Vargas, que não estipulou um prazo específico para apuração do caso.

Entre as denúncias apresentadas, as que mais chamaram atenção do prefeito foram o sumiço de todos os processos que tramitaram na Procuradoria Geral do Município, os documentos de cadastro da secretaria de Ação e Promoção Social que foram queimados, sucateamento das máquinas da Infraestrutura e a apuração de médicos e dentistas fantasmas.

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De acordo com Jardel Sebba, desde quando assumiu a administração por causa da falta de transição vem enfrentando um verdadeiro caos administrativo-financeiro em Catalão. “Só a Santa Casa ficou dois meses sem receber, o Materno Infantil também ficou em atraso. Herdamos mais de R$ 5 milhões em dívidas do PMDB. Só na área patronal mais de R$ 1 milhão, Pró-saúde cerca 700 mil.”

Assim que assumiu a prefeitura no dia 1º de janeiro, Jardel determinou aos secretários que fizessem um diagnóstico de contratos e possíveis problemas de improbidade em suas pastas.

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“Não tivemos transição, isso nos prejudicou. Pedi 120 dias para colocar a casa em ordem. Tivemos que instaurar uma investigação criteriosa para saber como a máquina administrativa da cidade foi deixada pelo ex-prefeito”, justificou o prefeito.

“Ninguém é culpado ou inocente a não ser com provas. E nós levamos ao MP as provas os documentos e os problemas que encontramos. Cabe ao Ministério Público tomar as devidas providências.”

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