Janaina Paschoal culpa a USP por reprovação em último lugar

A parecerista do golpe de 2016 responsabiliza a banca examinadora da USP por sua reprovação. Ainda no Twitter, postou frases do tipo: “Todos sabiam que eu seria reprovada. Eu cheguei a vaticinar até mesmo uma nota 3,5 que me foi atribuída. Ainda assim eu participei"; ela também afirmou que sua tese é importante para a humanidade, num surto de megalomania

A parecerista do golpe de 2016 responsabiliza a banca examinadora da USP por sua reprovação. Ainda no Twitter, postou frases do tipo: “Todos sabiam que eu seria reprovada. Eu cheguei a vaticinar até mesmo uma nota 3,5 que me foi atribuída. Ainda assim eu participei"; ela também afirmou que sua tese é importante para a humanidade, num surto de megalomania
A parecerista do golpe de 2016 responsabiliza a banca examinadora da USP por sua reprovação. Ainda no Twitter, postou frases do tipo: “Todos sabiam que eu seria reprovada. Eu cheguei a vaticinar até mesmo uma nota 3,5 que me foi atribuída. Ainda assim eu participei"; ela também afirmou que sua tese é importante para a humanidade, num surto de megalomania (Foto: Leonardo Attuch)


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Da revista Fórum

A advogada Janaína Paschoal, a mesma que não se cansa de passar vergonha nas redes sociais e que dava surtos nervosos durante o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, dá provas, a cada dia, que tem uma verdadeira obsessão pelo Partido dos Trabalhadores. Depois de mais um vexame, quando ficou em último lugar em um concurso que escolheu os dois novos professores titulares de direito penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, até nesse momento, ela resolveu disparar críticas ao partido: Em seu Twitter, publicou: “Os petistas que estão produzindo textos para me detonar, se deliciando com minha reprovação, estão dando exemplo para seus filhos”.

Além disso, ela não se convence de sua incapacidade e responsabiliza a banca examinadora da USP por sua reprovação. Ainda no Twitter, postou frases do tipo: “Todos sabiam que eu seria reprovada. Eu cheguei a vaticinar até mesmo uma nota 3,5 que me foi atribuída. Ainda assim eu participei. Por isso digo que foi uma vitória. Sobreviver e insistir em participar, na USP, é uma vitória diária. Eu disse a ele que os religiosos sempre foram perseguidos pelo Direito Penal e que a linha da CAPES é a irreligião. Vocês acham que uma tese dessas teria alguma chance na USP? Insisti em defender por acreditar verdadeiramente nela. Eu não estou triste com a banca. A banca foi fiel aos seus critérios e eu fui fiel a minhas próprias convicções. Estou mostrando o que é tolerância aos intolerantes. Eu disse à banca e repito publicamente: minha tese é importante para a humanidade”, em mais um surto, dessa vez de megalomania.

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