Istoé: Jogatina de Cachoeira continua
Reportagem da revista da Editora Três detalha ação do bicheiro em Valparaíso (GO) e em Formosa (GO): “Condenado a 39 anos e oito meses de prisão por corrupção ativa, peculato, violação de sigilo e formação de quadrilha, além de indicado como comandante da máfia dos caça-níqueis na região Centro-Oeste, Cachoeira é considerado por policiais um contraventor na ativa, que continua a acumular poder e a contar com as ramificações políticas do esquema de jogos ilegais montado por ele”
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247 – Condenado a 39 anos e oito meses de prisão por corrupção ativa, peculato, violação de sigilo e formação de quadrilha, além de indicado como comandante da máfia dos caça-níqueis na região Centro-Oeste, Carlos Cachoeira continua na ativa. Segundo reportagem de Izabelle Torres, da revista Istoé, nas cidades vizinhas do Distrito Federal.
Publicação localizou em Valparaíso (GO), distante 30 quilômetros da capital do País, uma casa de pouco mais de 100 metros quadrados tem 22 máquinas de caça-níqueis à disposição dos 13 jogadores. Uma outra com menor estrutura em Formosa (GO) também está em funcionamento.
“Posso dizer que essas casas que continuam operando são comandadas pelo grupo do Cachoeira. Nossas investigações levam sempre às mesmas pessoas e à pirâmide da organização denunciada durante a Operação Monte Carlo. A verdade é que Cachoeira nunca parou. Pior: será difícil pará-lo definitivamente”, afirma o delegado Alexandre Lourenço, da Delegacia de Combate ao Crime Organizado de Goiás.
Segundo a revista, a estrutura do esquema de jogos ilegais também indica a existência de novos personagens. Um deles é Paulinho Cachoeira, irmão de Carlinhos, que tenta alçar voo solo na contravenção.
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