Irmãos Vieira Lima: PF vê indícios de lavagem de dinheiro e associação criminosa

No inquérito que apura a origem dos R$ 51 milhões encontrados no 'bunker' de Geddel Vieira Lima em Salvador, a Polícia Federal concluiu que há indícios de crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa cometidos pelo ex-ministro, por seu irmão Lúcio Vieira Lima - deputado federal pelo PMDB da Bahia - e mais três pessoas; a polícia já encaminhou relatório do inquérito ao ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal; a Procuradoria Geral da República diz que há elementos suficientes para se fazer a acusação formal contra a família Vieira Lima, e que os indícios são "contundentes" sobre o crime de lavagem

No inquérito que apura a origem dos R$ 51 milhões encontrados no 'bunker' de Geddel Vieira Lima em Salvador, a Polícia Federal concluiu que há indícios de crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa cometidos pelo ex-ministro, por seu irmão Lúcio Vieira Lima - deputado federal pelo PMDB da Bahia - e mais três pessoas; a polícia já encaminhou relatório do inquérito ao ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal; a Procuradoria Geral da República diz que há elementos suficientes para se fazer a acusação formal contra a família Vieira Lima, e que os indícios são "contundentes" sobre o crime de lavagem
No inquérito que apura a origem dos R$ 51 milhões encontrados no 'bunker' de Geddel Vieira Lima em Salvador, a Polícia Federal concluiu que há indícios de crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa cometidos pelo ex-ministro, por seu irmão Lúcio Vieira Lima - deputado federal pelo PMDB da Bahia - e mais três pessoas; a polícia já encaminhou relatório do inquérito ao ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal; a Procuradoria Geral da República diz que há elementos suficientes para se fazer a acusação formal contra a família Vieira Lima, e que os indícios são "contundentes" sobre o crime de lavagem (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - No inquérito que apura a origem dos R$ 51 milhões encontrados no 'bunker' de Geddel Vieira Lima em Salvador, a Polícia Federal concluiu que há indícios de crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa cometidos pelo ex-ministro, por seu irmão Lúcio Vieira Lima - deputado federal pelo PMDB da Bahia - e mais três pessoas.

A polícia já encaminhou relatório do inquérito ao ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). O dinheiro, porém, é atribuído apenas a Geddel.

Além dele e de seu irmão Lúcio, a PF faz as mesmas acusações ao ex-assessor do deputado, Job Ribeiro; à mãe de Geddel e Lúcio, Marluce Vieira Lima; e a Gustavo Ferraz, que era operador Geddel na prefeitura de Salvador até o dia em que o dinheiro foi encontrado (o prefeito ACM Neto o exonerou do cargo de chefe da Defesa Civil de Salvador no mesmo dia).

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Responsável pela defesa dos irmãos Vieira Lima, o advogado Gamil Foppel disse ao G1 nesta terça-feira que não comentaria o indiciamento dos clientes porque ainda não teve acesso à conclusão do inquérito.

"Não posso comentar reportagem. Não posso comentar o que eu não tive acesso. Caso contrário, estaria apenas sofismando", diz Foppel.

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A Polícia Federal deve ainda instaurar um inquérito separado para apurar o crime de peculato (crime cometido por servidor público no exercício da função) em relação à devolução ao deputado de parte dos salários do ex-assessor Job Ribeiro, conforme o próprio revelou.

Na investigação sobre os R$ 51 milhões, o próximo passo agora é a Procuradoria Geral da República decidir se denuncia ou não os envolvidos.

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Na procuradoria, a conclusão é que há elementos suficientes para se fazer a acusação formal contra a família Vieira Lima . E que os indícios são "contundentes" sobre o crime de lavagem.

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