Inquérito contra Alckmin, por R$ 10,3 mi da Odebrecht, segue na promotoria de SP

O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, anunciou que o inquérito civil sobre doações recebidas pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) nas campanhas de 2010 e 2014 continuará na Promotoria do Patrimônio Público da Capital, onde foi instaurado; o atual pré-candidato à presidência da República é investigado na Operação Lava Jato por supostamente ter recebido R$ 10,3 milhões da Odebrecht, via caixa 2, nas campanhas desses dois anos 

O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, anunciou que o inquérito civil sobre doações recebidas pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) nas campanhas de 2010 e 2014 continuará na Promotoria do Patrimônio Público da Capital, onde foi instaurado; o atual pré-candidato à presidência da República é investigado na Operação Lava Jato por supostamente ter recebido R$ 10,3 milhões da Odebrecht, via caixa 2, nas campanhas desses dois anos 
O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, anunciou que o inquérito civil sobre doações recebidas pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) nas campanhas de 2010 e 2014 continuará na Promotoria do Patrimônio Público da Capital, onde foi instaurado; o atual pré-candidato à presidência da República é investigado na Operação Lava Jato por supostamente ter recebido R$ 10,3 milhões da Odebrecht, via caixa 2, nas campanhas desses dois anos  (Foto: Leonardo Lucena)


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SP 247 - O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, anunciou nesta terça-feira (15) que o inquérito civil sobre doações recebidas pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) nas campanhas de 2010 e 2014 continuará na Promotoria do Patrimônio Público da Capital, onde foi instaurado.  O relato foi publicado no blog do Fausto Macedo.

O atual pré-candidato à presidência da República é investigado na Operação Lava Jato por supostamente ter recebido R$ 10,3 milhões da empreiteira Odebrecht, via caixa 2, nas campanhas desses dois anos. 

Em sessão do Conselho Superior do Ministério Público, Smanio afirmou que um eventual ato de improbidade cometido pelo tucano deve ser investigado pela Promotoria. Alckmin dizia que apenas o procurador-geral tinha atribuição para o caso.

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