Humberto: Bolsonaro deixou professores e alunos sitiados no País
O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), denunciou a distribuição de um panfleto no Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da UPFE, com ameaças nominais a alunos e a docentes; “Professores e alunos em todo o país estão sitiados por esse cerco da intolerância promovido por Jair Bolsonaro. São práticas que fariam Mussolini e Hitler ficarem orgulhosos”, disse
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Pernambuco 247 - O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), repudiou a distribuição de um panfleto no Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com ameaças nominais a alunos e professores. “Professores e alunos em todo o país estão sitiados por esse cerco da intolerância promovido por Jair Bolsonaro. São práticas que fariam Mussolini e Hitler ficarem orgulhosos”, disse o parlamentar nesta quarta-feira (7).
O texto tinha como título “Doutrinadores e alunos que serão banidos do CFCH-UFPE, em 2019”; “vocês serão banidos! Escórias! O mito vem aí”, dizia o comunicado em referência ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).
Segundo o congressista do PT-PE, o patrulhamento das salas de aula é estimulado por Jair Bolsonaro, “perito em satanizar o debate e disseminar mentiras”, para transformar um ambiente de aprendizado em um ambiente de perigo. “É uma prática própria de ditadores, que querem é ver seus seguidores na mais completa ignorância. Esse discurso tem fomentado um ambiente de perseguição inaceitável”, afirmou.
“O presidente eleito quer retirar um nome da dimensão internacional de Paulo Freire das bases da nossa educação para substitui-lo, talvez, pela figura desprezível do seu ídolo torturador, o coronel Brilhante Ustra. Não demora, nós o veremos mandar seus seguidores fazerem fogueiras de livros nas ruas, como havia nos tempos da Alemanha nazista”, acrescentou.
O oposicionista pediu que a Advocacia-Geral da União, a Polícia Federal e o Ministério Público ajam urgentemente para impedir que os casos de constrangimentos, ameaças e agressões se proliferem pelo país, especialmente em instituições federais de ensino.
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