Hospital do Barreiro tem funcionamento integral, anuncia PBH
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, o governador do estado, Fernando Pimentel, o secretário de saúde de Belo Horizonte, Jackson Machado, e o secretário de Atenção à Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, que representa o Ministério da Saúde, inauguraram 100% dos leitos do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido como Hospital do Barreiro; o hospital opera em escala reduzida desde dezembro de 2015, mas terá capacidade para realizar, mensalmente, 2.000 internações, 1.000 cirurgias, 3.400 consultas de pré e pós-operatório, além de cerca de 20 mil exames por mês; com a capacidade total, o custo mensal do hospital é de aproximadamente R$ 21,8 milhões mensais
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Atualizado em 28 de May de 2019, 09:24
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, o governador do estado, Fernando Pimentel, o secretário de saúde de Belo Horizonte, Jackson Machado, e o secretário de Atenção à Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, que representa o Ministério da Saúde, inauguraram 100% dos leitos do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido como Hospital do Barreiro; o hospital opera em escala reduzida desde dezembro de 2015, mas terá capacidade para realizar, mensalmente, 2.000 internações, 1.000 cirurgias, 3.400 consultas de pré e pós-operatório, além de cerca de 20 mil exames por mês; com a capacidade total, o custo mensal do hospital é de aproximadamente R$ 21,8 milhões mensais (Foto: Leonardo Lucena)
Minas 247 - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, o governador do estado, Fernando Pimentel, o secretário de saúde de Belo Horizonte, Jackson Machado, e o secretário de Atenção à Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, que representa o Ministério da Saúde, inauguraram 100% dos leitos do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido como Hospital do Barreiro. A unidade começa a realizar atendimentos de maneira integral a partir desta quinta-feira (14). O hospital opera em escala reduzida desde dezembro de 2015, mas terá capacidade para realizar, mensalmente, 2.000 internações, 1.000 cirurgias, 3.400 consultas de pré e pós-operatório, além de cerca de 20 mil exames por mês. Com a capacidade total, o custo mensal do hospital é de aproximadamente R$ 21,8 milhões mensais. A unidade será mantida com repasses do governo federal, que deverá garantir 50% das verbas, e o restante sendo dividido entre os executivos estadual e municipal.
De acordo com a diretora executiva do hospital, Maria do Carmo, "até então, desses R$ 21,8 milhões que vamos necessitar, o Ministério da Saúde já publicou portarias normativas que garantem cerca de R$ 3,2 milhões e o estado de Minas Gerais publicou aquilo que corresponderia a ele, que são os 25 %, em torno de R$ 5,3 milhões. Nós aguardamos mais publicações, mais liberações de recursos por parte da União, até chegarmos ao R$ 11 milhões mensais que foram solicitados ao Ministério da Saúde," diz a diretora. Relatos publicados no Estado de Minas.
Segundo ela, não haverá atendimento de Pronto-Socorro na unidade. "Muito importante frisar que somos um hospital referenciado. A população não deve procurar diretamente o hospital. As internações serão feitas e encaminhadas pela Central de Internação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, os exames também serão encaminhadas pela Central de Marcação de Consultas e Exames e o resultado disso é que potencializa mais a capacidade do hospital. A partir do momento que a central faz a avaliação prévia dos casos, ela consegue tirar de outros hospitais, como pronto-socorro e das nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de BH, além de municípios do entorno aqueles casos mais graves, que as vezes os pacientes ficavam dias em macas aguardando internação para mandar para o hospital."
A unidade hospitalar oferece 35 leitos destinados a pessoas que apresentarem diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC). "Podemos atender casos mais complexos aqui. Nós temos uma unidade de Acidente Vascular Cerebral (AVC) totalmente preparada para fazer o atendimento precoce dos pacientes evitando sequelas e, mutas vezes, a mortalidade", disse Maria do Carmo.
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