Homens de debatem o fim da violência contra as mulheres

A Escola de Saúde Pública do Ceará realizou, na manhã de hoje(6), o lançamento da campanha “Laço Branco”, em apoio ao Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. O evento constou de uma Roda de Conversa com a participação de Ítalo Lima Alves, da Divisão Masculina de Jovens da região Estadual Ceará e praticante do Budismo, Manuel Dias da Fonseca Neto, médico sanitarista, Luiz Antonio Bernardo, membro do Movimento Negro Unificado e coordenador da Rede Kilofé de Economia de Negros e Negras do Ceará e André Luís Bezerra Tavares, psiquiatra e Mestre em Saúde Pública

A Escola de Saúde Pública do Ceará realizou, na manhã de hoje(6), o lançamento da campanha “Laço Branco”, em apoio ao Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. O evento constou de uma Roda de Conversa com a participação de Ítalo Lima Alves, da Divisão Masculina de Jovens da região Estadual Ceará e praticante do Budismo, Manuel Dias da Fonseca Neto, médico sanitarista, Luiz Antonio Bernardo, membro do Movimento Negro Unificado e coordenador da Rede Kilofé de Economia de Negros e Negras do Ceará e André Luís Bezerra Tavares, psiquiatra e Mestre em Saúde Pública
A Escola de Saúde Pública do Ceará realizou, na manhã de hoje(6), o lançamento da campanha “Laço Branco”, em apoio ao Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. O evento constou de uma Roda de Conversa com a participação de Ítalo Lima Alves, da Divisão Masculina de Jovens da região Estadual Ceará e praticante do Budismo, Manuel Dias da Fonseca Neto, médico sanitarista, Luiz Antonio Bernardo, membro do Movimento Negro Unificado e coordenador da Rede Kilofé de Economia de Negros e Negras do Ceará e André Luís Bezerra Tavares, psiquiatra e Mestre em Saúde Pública (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - A Escola de Saúde Pública do Ceará realizou, na manhã de hoje(6), o lançamento da campanha “Laço Branco”, em apoio ao Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, dentro da programação dos “16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”, na qual a ESP/CE aderiu juntamente com a Universidade Regional do Cariri (URCA), por meio do Observatório da Violência e dos Direitos Humanos na Região do Cariri, e com a Coordenadoria Especial de Políticas para as Mulheres do Governo do Ceará. 

O Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres é uma data que marca o massacre de mulheres ocorrido em Montreal, no Canadá, em 6 de dezembro de 1989. O massacre tornou-se símbolo da injustiça contra as mulheres e inspirou a campanha do “Laço Branco”.

O evento teve uma Roda de Conversa com a participação de convidados para debater o tema da violência contra a mulher, com a participação de Ítalo Lima Alves, da Divisão Masculina de Jovens da região Estadual Ceará e praticante do Budismo; Manuel Dias da Fonseca Neto, médico sanitarista; Luiz Antonio Bernardo, membro do Movimento Negro Unificado e coordenador da Rede Kilofé de Economia de Negros e Negras do Ceará; e André Luís Bezerra Tavares, psiquiatra e Mestre em Saúde Pública.

O objetivo da campanha é mobilizar a sociedade e promover a atuação conjunta entre governo e sociedade, especialmente na área da saúde, sensibilizando os serviços e profissionais de saúde a compreenderem a magnitude e transcedência da violência contra as mulheres, seus impactos para a qualidade de vida das mulheres e sociedade e a importância de organizar ações específicas de saúde no enfrentamento do problema.

No Brasil, o enfrentamento à violência contra as mulheres teve suas primeiras manifestações nos anos 70, como uma das principais bandeiras de luta da segunda onda do feminismo no país. As feministas reivindicaram o direito ao corpo, ao prazer e lutaram contra o patriarcado e o machismo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a violência contra a mulher atinge uma em cada três mulheres nas Américas e tem consequências profundas e duradouras para a saúde das sobreviventes, inclusive lesão física, gravidez indesejada, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, além de uma série de impactos negativos na saúde mental.

A violência praticada pelo parceiro íntimo é a forma mais comum da violência enfrentadas pelas mulheres. A OMS estima que 30% das mulheres nas Américas já sofreram violência física e/ou sexual praticada pelo parceiro e 11% sofreram violência sexual praticada por um agressor que não seja o parceiro.

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