HMD, que vende celulares Nokia, busca crescimento na África

A HMD Global quer ser a marca líder na África em cinco anos.

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(Reuters) - A HMD Global, empresa finlandesa que detém os direitos de venda de telefones da marca Nokia, tem como meta tornar-se a principal empresa de celulares da África, disse o vice-presidente da companhia para a região da África Subsaariana, nesta quinta-feira.

Justin Maier disse em entrevista que África do Sul, Nigéria e Quência são os principais mercados da África Subsaariana, uma das oito regiões globais da empresa. “A África ainda é um mercado em crescimento, com os consumidores migrando de telefones mais básicos para uma experiência de smartphone, por isso há oportunidades para nós como marca.”

Os telefones mais básicos continuam também sendo uma parte importante da estratégia da empresa, disse Maier.

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A cota de mercado dos telefones básicos na África aumentou de 55 por cento em 2016 para 61 por cento no ano passado, enquanto a dos smartphones caiu de 45 para 39 por cento, de acordo com a empresa de pesquisa IDC.

Ele disse que a necessidade de telefones mais sensíveis a preço na África é importante. Na África Subsaariana, a HMD vende smartphones como o Nokia 1, de nível básico, que custa 80 dólares, e o Nokia 7 Plus, que sai por 470 dólares.

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A HMD Global quer ser a marca líder na África em cinco anos, disse Maier. “Nós vemos essa oportunidade”, disse ele.

A companhia teve vendas de 70 milhões de aparelhos em todo o mundo em 2017, seu primeiro ano completo de negócios, gerando receitas de 2,1 bilhões de dólares. Maier não revelou quantos telefones a empresa vendeu na África.

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Por Carlos Mureithi

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