Halum quer PRB na majoritária para o governo

O deputado federal e presidente estadual do PRB, César Halum (PRB), defendeu que o seu partido lance um candidato na eleições majoritária em 2018. "O partido tem espaço e vai lutar por uma vaga", afirmou; ao comentar sobre a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), com quem tem divergências e de colocá-la como alguém que "não apoiaria de jeito nenhum", Halum defendeu uma possível candidatura da peemedebista ao governo do Estado

O deputado federal e presidente estadual do PRB, César Halum (PRB), defendeu que o seu partido lance um candidato na eleições majoritária em 2018. "O partido tem espaço e vai lutar por uma vaga", afirmou; ao comentar sobre a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), com quem tem divergências e de colocá-la como alguém que "não apoiaria de jeito nenhum", Halum defendeu uma possível candidatura da peemedebista ao governo do Estado
O deputado federal e presidente estadual do PRB, César Halum (PRB), defendeu que o seu partido lance um candidato na eleições majoritária em 2018. "O partido tem espaço e vai lutar por uma vaga", afirmou; ao comentar sobre a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), com quem tem divergências e de colocá-la como alguém que "não apoiaria de jeito nenhum", Halum defendeu uma possível candidatura da peemedebista ao governo do Estado (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - O deputado federal e presidente estadual do PRB, César Halum (PRB), defendeu que o seu partido lance um candidato na eleições majoritária em 2018. "O partido tem espaço e vai lutar por uma vaga", afirmou, acrescentando que não necessariamente seja ele o candidato. "Nós temos grandes nomes", continuou. O parlamentar disse não saber quem apoiaria e avisou que a legenda "não fecha porta para ninguém".

Ao comentar sobre a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), com quem tem divergências e de colocá-la como alguém que "não apoiaria de jeito nenhum", Halum defendeu uma possível candidatura da peemedebista ao governo do Estado. "Ela tem que ser candidata, assumir o governo para ela ver qual é a capacidade dela", complementou.

O congressista afirmou que não se arrepende de ter trocado a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, por Michel Temer, mas disse que "o governo Temer tem uma dificuldade porque na sua composição está aparecendo muita gente envolvida na Lava Jato".

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O deputado também se manifestou favorável ao voto em lista fechada. Segundo ele, "o costume que tem no Brasil é de que o partido tem um dono. Esse manda no partido, então ele bota na lista quem ele quer na hora que ele quer. Esse que é o medo. Mas tem que ter um regramento".

"Você tem que ter: os diretórios todos formados, não pode ter mais comissão provisória; diretórios eleitos pelos votos dos filiados; depois os candidatos são escolhidos pelo diretório e em votação; pode se estabelecer prévias dos partidos políticos antes de definir a lista. São meios que encontra de democratizar essa escolha. Esse item que querem colocar de quem tem mandato tem preferência na lista, isso é um absurdo. Aí sim é proteger corrupto. Acho que tem que passar a lista, mas sem esses privilégios" acrescentou.

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Leia a íntegra da entrevista concedida ao site do Cleber Toledo

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