Halum e Irajá recebem apoio nas redes por votos para investigar Temer

Os deputados federais César Halum (PRB) e Irajá Abreu (PSD) receberam mensagens de apoio nas redes sociais por terem votado pela continuidade das investigações contra Michel Temer por corrupção passiva; uma pessoa identificada como Flavio postou a seguinte mensagem para o parlamentar do PRB: "Gostaria de parabenizar o deputado pela coerência de seu voto, por várias vezes já votei no senhor e não me arrependo"; para o deputado Irajá Abreu, uma pessoa identificada como Alceno disse: "Valeu deputado, precisamos de pelo menos 500 deputados iguais a você"; veja outras mensagens

Os deputados federais César Halum (PRB) e Irajá Abreu (PSD) receberam mensagens de apoio nas redes sociais por terem votado pela continuidade das investigações contra Michel Temer por corrupção passiva; uma pessoa identificada como Flavio postou a seguinte mensagem para o parlamentar do PRB: "Gostaria de parabenizar o deputado pela coerência de seu voto, por várias vezes já votei no senhor e não me arrependo"; para o deputado Irajá Abreu, uma pessoa identificada como Alceno disse: "Valeu deputado, precisamos de pelo menos 500 deputados iguais a você"; veja outras mensagens
Os deputados federais César Halum (PRB) e Irajá Abreu (PSD) receberam mensagens de apoio nas redes sociais por terem votado pela continuidade das investigações contra Michel Temer por corrupção passiva; uma pessoa identificada como Flavio postou a seguinte mensagem para o parlamentar do PRB: "Gostaria de parabenizar o deputado pela coerência de seu voto, por várias vezes já votei no senhor e não me arrependo"; para o deputado Irajá Abreu, uma pessoa identificada como Alceno disse: "Valeu deputado, precisamos de pelo menos 500 deputados iguais a você"; veja outras mensagens (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - Os deputados federais César Halum (PRB) e Irajá Abreu (PSD) receberam mensagens de apoio nas redes sociais por terem votado pela continuidade das investigações contra Michel Temer por corrupção passiva.

Uma pessoa identificada como Flavio postou a seguinte mensagem para o parlamentar do PRB: "Gostaria de parabenizar o deputado pela coerência de seu voto, por várias vezes já votei no senhor e não me arrependo. Ninguém está acima da lei, muito menos o presidente... Parabéns por ter ficado ao lado do povo, que mais de 90% rejeita esse presidente corrupto e mercenário. Parabéns".

Outra pessoa, Eliane, disse: "Parabéns Deputado. Você nos representa!!"

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Alan: "Parabéns pela sua atitude, o Tocantins precisa de mais políticos como você, que não se vende, pois o caráter e a qualidade mais importante de um indivíduo".

Jardel: "Parabéns pela coerência deputado. O povo tocantinense reconhecerá sua atuação independente e ética a favor do Brasil".

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Para o deputado Irajá Abreu, uma pessoa identificada como Maria Socorro disse o congressista merece "admiração". "Sempre admirei sua mãe".

Outro usuário, Singleilton, também manifestou mensagens de apoio ao deputado. "É de pessoas como você Irajá, que nosso país precisa".

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Luiz: "Parabéns pelo seu discurso deputado. Foi o mais coerente de todos".

Alceno: "Valeu deputado, precisamos de pelo menos 500 deputados iguais a você".

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Os deputados do Tocantins cúmplices da corrupção e que votaram pelo arquivamento da denúncia contra Temer foram Carlos Henrique Gaguim (PTN), Josi Nunes (PMDB), Dulce Miranda (PMDB), Lázaro Botelho (PP) e Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM). O deputado Vicentinho Júnior (PR) se ausentou.

Acusações contra Temer

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Temer foi citado na delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley. Os delatores afirmaram que o peemedebista indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS).

Depois, o parlamentar foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. O empresário disse a Temer que estava dando ao ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?".

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O peemedebista disse que as gravações são clandestinas e manipuladoras.

Após ser denunciado, uma reportagem de Época deste último final de semana apontou que Temer mandou a JBS entregar R$ 3 milhões, em dinheiro vivo, ao ex-deputado Eduardo Cunha. "Pode fazer", disse Temer ao ex-diretor da JBS, Ricardo Saud, segundo a matéria (leia aqui). A propina era parte de um acerto de propina de R$ 15 milhões entre a empresa e o PMDB.

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Depois da votação na Câmara, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a inclusão de Temer em inquérito que apura organização criminosa - o peemedebista é apontado como chefe da quadrilha.

O advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin trejeite o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para incluir Michel Temer em um processo onde membros do PMDB são investigados por organização criminosa. Para Mariz, a inclusão de Temer no processo não passa de uma forma para abrir um novo inquérito contra ele em absoluto "desprezo pela governabilidade e pela tranquilidade" do Brasil.

Mal nas pesquisas

Levantamento feito pelo Instituto Vox Populi entre 29 e 31 de julho revela que nada menos que 94% dos brasileiros desejam que Michel Temer seja investigado pela denúncia apresentada pelo procurador-geral Rodrigo Janot.

Pesquisa Ibope, divulgada na última quinta-feira (27), apontou que apenas 5% dos brasileiros aprovam o governo Michel Temer, a pior popularidade desde redemocratização. O percentual (ótimo/bom) de 5% é tecnicamente empatado com os 7% apurados em junho e julho de 1989, no governo do então presidente José Sarney. 

Para que a Câmara não autorize o Supremo Tribunal Federal a investigar Temer, o peemedebista fez operação que, segundo a agência alemã Deutsche Welle, poderá custar nada menos que R$ 17 bilhões (saiba mais aqui).

 

 

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