‘Guerra fiscal chegará ao fim com reforma do ICMS’

O governador Wellington Dias afirma que “um acordo para a reforma do ICMS, o que dará fim à guerra fiscal, com medidas como o fundo de compensação, fundo de desenvolvimento regional e ainda com redução de carga tributária, garantindo uma alíquota unificada e melhor para facilitar a vida do empreendedor e acabando de vez com a chamada bitributação, que só encarece a produção”; “Esse caminho será bom para a geração de empregos, que é o nosso objetivo”; Dias é contra um projeto de lei no Congresso que trata da inconstitucionalidade da concessão de benefícios fiscais relativos ao imposto; a proposta prevê o fim de isenções fiscais a empresas e indústrias, para aumentar a arrecadação em cenário de crise

O governador Wellington Dias afirma que “um acordo para a reforma do ICMS, o que dará fim à guerra fiscal, com medidas como o fundo de compensação, fundo de desenvolvimento regional e ainda com redução de carga tributária, garantindo uma alíquota unificada e melhor para facilitar a vida do empreendedor e acabando de vez com a chamada bitributação, que só encarece a produção”; “Esse caminho será bom para a geração de empregos, que é o nosso objetivo”; Dias é contra um projeto de lei no Congresso que trata da inconstitucionalidade da concessão de benefícios fiscais relativos ao imposto; a proposta prevê o fim de isenções fiscais a empresas e indústrias, para aumentar a arrecadação em cenário de crise
O governador Wellington Dias afirma que “um acordo para a reforma do ICMS, o que dará fim à guerra fiscal, com medidas como o fundo de compensação, fundo de desenvolvimento regional e ainda com redução de carga tributária, garantindo uma alíquota unificada e melhor para facilitar a vida do empreendedor e acabando de vez com a chamada bitributação, que só encarece a produção”; “Esse caminho será bom para a geração de empregos, que é o nosso objetivo”; Dias é contra um projeto de lei no Congresso que trata da inconstitucionalidade da concessão de benefícios fiscais relativos ao imposto; a proposta prevê o fim de isenções fiscais a empresas e indústrias, para aumentar a arrecadação em cenário de crise (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Lorenna Costa

O governador Wellington Dias participou, nesta quarta-feira (07), em Brasília (DF), da Sessão Solene em Homenagem ao Dia Nacional da Caatinga, no Plenário Ulysses Guimaraes, na Câmara dos Deputados, e da Solenidade de abertura do Seminário “Reforma Tributária”, na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Na Câmara, Wellington se posicionou sobre a necessidade de preservação da caatinga em todo o país. “Essa vegetação típica do nosso Semiárido precisa ser cuidada com atenção, pois dela vem produtos medicinais, alimentícios e outros que são essenciais para o desenvolvimento do Piauí, do Nordeste e do Brasil. Agora, com essa união dos estados que ficaram responsáveis por cuidar da caatinga, vamos dar passos importantes”, pontuou Dias.

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No Piauí, as nascentes dos rios, que em sua maioria ficam localizadas em regiões tomadas pela caatinga, estão sendo protegidas por meio de unidades de conservação. “Pretendemos chegar a 16 nascentes e já comemoramos a chegada de mais dez unidades, que além das nascentes de rios, irão abranger serras e o cânion do Rio Poti, que devem ser transformadas em áreas de proteção ambiental e parques estaduais”, destacou o governador.

O chefe do Executivo estadual também participou do seminário sobre a reforma tributária, promovido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e que reuniu renomados juristas em um encontro interativo e gratuito. “A reforma é necessária. Não é fácil, mas é possível. Um exemplo disso é o Simples Nacional, regime tributário simplificado que foi pactuado, inclusive com redução de carga tributária, e ampliou investimentos dos pequenos empreendedores e da receita”, disse Wellington.

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Para o governador, o evento, que conta com a participação de representantes de diversos setores, traz uma proposta plural que pode nortear um entendimento. “Estamos bem animados com a perspectiva de um acordo para a reforma do ICMS, o que dará fim à guerra fiscal, com medidas como o fundo de compensação, fundo de desenvolvimento regional e ainda com redução de carga tributária, garantindo uma alíquota unificada e melhor para facilitar a vida do empreendedor e acabando de vez com a chamada bitributação, que só encarece a produção. Esse caminho será bom para a geração de empregos, que é o nosso objetivo”, finalizou Wellington.

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