Greve na saúde, transporte e educação em Minas
Servidores dos hospitais públicos do estado decidem manter a paralisação por tempo indeterminado; nas universidades federais, UFMG vai aderir na próxima semana e movimento chegará a praticamente 100%; metroviários não aceitam novamente a tentativa de acordo e metrô da capital continuará funcionando só nos horários de pico
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Minas 247 - Três importantes serviços estão com as atividades paralisadas em Minas Gerais: a saúde, a educação e o transporte públicos.
Nesta quinta-feira, servidores dos hospitais do estado fizeram assembleia e decidiram manter a greve. Além disso, houve uma manifestação, durante a tarde, no Centro de Belo Horizonte. Eles querem reajuste salarial, revisão do plano de carreira, pagamento de direitos trabalhistas e redução da jornada para 30 horas semanais. A decisão da categoria mantém a paralisação por tempo indeterminado.
A greve na educação suspendeu as aulas em praticamente todas as universidades federais no território mineiro. Restaram apenas a UFMG e a Unimontes, de Montes Claros, representadas por outro sindicato, a APUBH. Mas por tempo curto: os professores dessas universidades decidiram aderir à paralisação, que é nacional, a partir do dia 19, na próxima semana. Até lá, as aulas ocorrerão normalmente.
A greve mais duradoura entre todas é no transporte público da capital, com os metroviários. A categoria está trabalhando apenas nos horários de pique. Nesta quinta-feira, eles tentaram novo acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), mas sem sucesso. Descartaram a proposta de 2% de reajuste.
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