Greve geral: Em Maceió, ato leva milhares às ruas

Milhares de pessoas se concentraram na Praça Centenário, em Maceió, para protestar contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo Governo Michel Temer; sindicalistas e membros da sociedade civil pediram respeito aos trabalhadores brasileiros; Polícia Militar avalia que o ato reuniu 5 mil pessoas; para líderes sindicais esse número chegou a 20 mil

Milhares de pessoas se concentraram na Praça Centenário, em Maceió, para protestar contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo Governo Michel Temer; sindicalistas e membros da sociedade civil pediram respeito aos trabalhadores brasileiros; Polícia Militar avalia que o ato reuniu 5 mil pessoas; para líderes sindicais esse número chegou a 20 mil
Milhares de pessoas se concentraram na Praça Centenário, em Maceió, para protestar contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo Governo Michel Temer; sindicalistas e membros da sociedade civil pediram respeito aos trabalhadores brasileiros; Polícia Militar avalia que o ato reuniu 5 mil pessoas; para líderes sindicais esse número chegou a 20 mil (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 - Milhares de pessoas se concentraram, na tarde desta sexta-feira (28), na Praça Centenário, em Maceió, para protestar contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo Governo Michel Temer. Com faixas, bandeiras, cartazes e muitos gritos de ordem, sindicalistas e membros da sociedade civil pediram respeito aos trabalhadores brasileiros. 

Segundo o Centro de Gerenciamento de Crises da Polícia Militar, o ato reuniu 5 mil pessoas na capital alagoana. Já de acordo com os líderes sindicais, esse número chegou a 20 mil. 

Da Praça Centenário, os manifestantes saíram em caminhada pela cidade em direção à Praça dos Martírios, no Centro de Maceió.

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia destacou que este é um dia histórico de luta em nosso país. “Hoje o povo vai às ruas para dizer não à retirada dos direitos trabalhistas. O trabalhador não tem o que comemorar hoje e não vai se ajoelhar ao capital financeiro”, afirmou a sindicalista.

Também presente ao ato, o presidente da Associação dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Alagoas (Aspol), Herbert Melanias  fez questão de ressaltar que a Segurança Pública não está apenas contra o governo, mas sim contra a reforma trabalhista. “A gente sabe por que está lutando, não somos meninos”, disse Melanias.

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Com gazetaweb.com e cadaminuto.com.br

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