Greve geral deve paralisar o Brasil e o Ceará
Com o apoio dos mais diversos segmentos da sociedade, entre eles a igreja católica que tem se manifestado, através de vários de seus representantes, é cada vez maior a adesão à greve geral marcada para o dia 28, organizada pelas principais centrais sindicais do Brasil. A greve geral faz parte da luta contra o fim da aposentadoria, o fim dos direitos trabalhistas, contra a terceirização e precarização do trabalho e contra todos os desmontes que estão sendo promovidos pelo governo de Michel Temer. No Ceará, a mobilização é muito forte, tanto em Fortaleza como no interior, onde movimentos sociais de vários municípios também organizam a paralisação
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Ceará 247 - Com o apoio de diversos segmentos da sociedade, entre eles a igreja católica que tem se manifestado, através de vários de seus representantes, é cada vez maior a adesão à greve geral marcada para o dia 28, organizada pelas principais centrais sindicais do Brasil. A greve geral faz parte da luta contra o fim da aposentadoria, o fim dos direitos trabalhistas, contra a terceirização e precarização do trabalho e contra todos os desmontes que estão sendo promovidos pelo governo de Michel Temer.
No Ceará, a mobilização é muito forte tanto em Fortaleza como no interior, onde movimentos sociais de vários municípios também organizam manifestações. A maior paralisação deverá ser em Fortaleza, onde a adesão do SINTRO-CE, entidade sindical representante dos trabalhadores em transportes rodoviários no estado do Ceará, pode parar a cidade.
Ontem (25), na Plenária Popular e Sindical, reunindo as Centrais Sindicais e entidades filiadas, realizada na sede da CUT/CE, confirmaram adesão à greve geral várias categorias organizadas, com aprovação em assembleias dos trabalhadores a participação na paralisação na greve geral do dia 28 de abril.
Entre as categorias que já deliberaram pela adesão estão os bancários, motoristas de ônibus municipais, professores do estado, professores do município, agricultores familiares, motoristas de ônibus alternativo, motoristas de ônibus interestaduais, trabalhadores da saúde, professores universitários, aeronautas(pilotos), aeroviários, metalúrgicos, comerciários, servidores federais, servidores estaduais, servidores municipais, eletricitários, operários de fábricas da indústria e da construção civil, portuários, estivadores, garis, igrejas evangélicas e escolas particulares.
Além destes, os estudantes secundaristas e universitários, Movimentos Sem Terra e Sem Teto, Pastorais de Juventude, vários padres e o apoio da CNBB, além de vários outros movimentos sociais. Na Justiça do Trabalho, vão participar os servidores do judiciário, os advogados trabalhistas. Os partidos políticos PT, PCdoB, PSB, PDT, REDE, PSOL e inclusive alguns mesmo da base do governo golpista que estão sendo provocados pelas posições de retiradas de direitos com a campanha #SEVOTARNAOVOLTA.
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