Greve fecha lojas no Centro e só 30% dos ônibus circulam

A greve geral dos trabalhadores mobiliza diversas categorias; a concentração do movimento teve início na praça Rio Branco e segue pelas ruas do Centro; os sindicalistas, ao longo da caminhada, avisavam: "Fechem as lojas, se não, fecharemos ao nosso jeito", o que provocou o fechamento de vários comércios; além dos comerciários, diversas categorias trabalhistas aderiram ao movimento como rodoviários (que disponibilizaram 30% da frota para atender à população), bancários, trabalhadores rurais, da educação, da saúde e contou também com a adesão de partidos como PT, PSTU, PCdoB, PSol

A greve geral dos trabalhadores mobiliza diversas categorias; a concentração do movimento teve início na praça Rio Branco e segue pelas ruas do Centro; os sindicalistas, ao longo da caminhada, avisavam: "Fechem as lojas, se não, fecharemos ao nosso jeito", o que provocou o fechamento de vários comércios; além dos comerciários, diversas categorias trabalhistas aderiram ao movimento como rodoviários (que disponibilizaram 30% da frota para atender à população), bancários, trabalhadores rurais, da educação, da saúde e contou também com a adesão de partidos como PT, PSTU, PCdoB, PSol
A greve geral dos trabalhadores mobiliza diversas categorias; a concentração do movimento teve início na praça Rio Branco e segue pelas ruas do Centro; os sindicalistas, ao longo da caminhada, avisavam: "Fechem as lojas, se não, fecharemos ao nosso jeito", o que provocou o fechamento de vários comércios; além dos comerciários, diversas categorias trabalhistas aderiram ao movimento como rodoviários (que disponibilizaram 30% da frota para atender à população), bancários, trabalhadores rurais, da educação, da saúde e contou também com a adesão de partidos como PT, PSTU, PCdoB, PSol (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí Hoje - A greve geral dos trabalhadores nesta sexta-feira, 30, mobiliza diversas categorias. A concentração do movimento teve início na praça Rio Branco e segue pelas ruas do Centro. Os sindicalistas, ao longo da caminhada, avisavam: "Fechem as lojas, se não, fecharemos ao nosso jeito", o que provocou o fechamento de vários comércios.

Além dos comerciários, diversas categorias trabalhistas aderiram ao movimento como rodoviários (que disponibilizaram 30% da frota para atender à população), bancários, trabalhadores rurais, da educação, da saúde e contou também com a adesão de partidos como PT, PSTU, PCdoB, PSol.

Representante do PSTU, Luciane Santos, disse que há um balanço positivo sobre os últimos movimentos que aconteceram no país, a exemplo do dia 28 de abril e o outro em Brasília (DF), em 24 de maio.

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"A classe trabalhadora tem demonstrado vontade de luta e sabemos que somente a mobilização dos trabalhadores pode barrar as reformas, que somente a nossa organização consegue mudar a realidade da classe trabalhadora", disse Luciane Santos.

Na entrada da Universidade Federal do Piauí (UFPI), uma panfletagem impedia que os servidores entrassem na instituição. Estavam sendo liberados somente os veículos que se dirigiam ao Hospital Universitário (HU). Professores e servidores se manifestavam contra

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Para a professora Lourdes Melo (PCO), a mobilização representa um fortalecimento contra as Reformas impostas pelo Governo Temer.

"Esta é a segunda greve dos trabalhadores contra os ataques dos golpistas que se apoderaram do Governo e estão atacando os trabalhadores. Esta é uma ação no Brasil inteiro, o povo já está percebendo que o Governo é podre e imoral. Estaremos permanentemente em greve, lutando contra o golpe, não vamos aceitar essas imposições do governo Temer. Ele [Temer] já está cambaleando e nós vamos lutar para derrubar todas as medidas e tirá-lo do poder", diz Lourdes Melo.

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Luciana Monteiro (PSOL) também participa do movimento e diz que esta é a única maneira de representar a indignação do povo contra as reformas trabalhistas.

"Greve Geral é necessário, a gente vem construindo isso pacificamente. Parar neste momento é crucial, pois estas reformas retiram nossos direitos e não podemos nos calar diante disso. O poder popular, o povo nas ruas, é a solução para barrar essas Reformas. A Greve Geral é algo positivo para todos os trabalhadores. É o povo nas ruas que vai barrar este governo inelegível que está aí", pontua Luciana Monteiro.

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