Greve dos servidores da saúde completa 24 dias em Teresina

Os servidores da saúde pública municipal continuam em greve em Teresina, porque não há previsão para o retorno do pagamento da insalubridade; o Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm) informou que cerca de três mil servidores tiveram corte de insalubridade sem aviso prévio; por causa da greve, os atendimentos mais comprometidos são de inspeção sanitária, consultas do Programa Saúde da Família (PSF), saúde mental, e atendimento administrativo nos hospitais, de acordo com a entidade

Os servidores da saúde pública municipal continuam em greve em Teresina, porque não há previsão para o retorno do pagamento da insalubridade; o Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm) informou que cerca de três mil servidores tiveram corte de insalubridade sem aviso prévio; por causa da greve, os atendimentos mais comprometidos são de inspeção sanitária, consultas do Programa Saúde da Família (PSF), saúde mental, e atendimento administrativo nos hospitais, de acordo com a entidade
Os servidores da saúde pública municipal continuam em greve em Teresina, porque não há previsão para o retorno do pagamento da insalubridade; o Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm) informou que cerca de três mil servidores tiveram corte de insalubridade sem aviso prévio; por causa da greve, os atendimentos mais comprometidos são de inspeção sanitária, consultas do Programa Saúde da Família (PSF), saúde mental, e atendimento administrativo nos hospitais, de acordo com a entidade (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí 247 - Os servidores da saúde pública municipal continuam em greve em Teresina, porque não há previsão para o retorno do pagamento da insalubridade. O movimento já dura 24 dias. O Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm) informou que cerca de três mil servidores tiveram corte de insalubridade sem aviso prévio. Por causa da greve, os atendimentos mais comprometidos são de inspeção sanitária, consultas do Programa Saúde da Família (PSF), saúde mental, e atendimento administrativo nos hospitais, de acordo com a entidade.

"O principal motivo da greve foi a retirada do benefício, mas a adesão do movimento deve aumentar a medida que a prefeitura não der resposta a respeito do reajuste anual, que é previsto por lei. Desde que iniciamos a greve em abril, a FMS [Fundação Municipal de Saúde] não abriu canal de negociação", afirmou Sinésio Soares, presidente do Sindserm.

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As Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Assistência Psicossocial (CAPS), o Núcleo de Apoio ao Programa de Saúde da Família, Vigilância Sanitária, Vigilância em Saúde, Vigilância Ambiental e Zoonoses estão funcionando apenas com 30% dos trabalhadores.

Segundo o G1, a FMS voltou a afirmar que laudos sustentam a retirada da gratificação e disse não poder pagar por algo ilegal, porque seria improbidade administrativa. O órgão informou que os servidores podem recorrer na Justiça. 

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