Governo goiano explica não-visita de ministra a presídio
O governo de Goiás divulgou nota no meio da tarde desta segunda-feira para comentar a não-visita da ministra Cármen Lúcia ao presídio do regime semiaberto; "Não houve, em momento algum, por parte do Supremo ou do CNJ, solicitação de agendamento de visita ao complexo, nem antes e nem durante a vinda da ministra a Goiás, na manhã desta segunda-feira, 8 de janeiro"; "A ministra não veio a Goiás para vistoriar presídios, mas para discutir medidas e estratégias para o sistema penitenciário local e nacional", diz a nota
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Goiás 247 - O governo de Goiás divulgou nota no meio da tarde desta segunda-feira para comentar a não-visita da ministra Cármen Lúcia ao presídio do regime semiaberto.
Veja abaixo:
A respeito da informação de que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, desistiu de visitar o sistema do Semiaberto da Colônia Agrícola de Aparecida de Goiânia nesta segunda-feira, o Governo de Goiás vem informar que:
► Não houve, em momento algum, por parte do Supremo ou do CNJ, solicitação de agendamento de visita ao complexo, nem antes e nem durante a vinda da ministra a Goiás, na manhã desta segunda-feira, 8 de janeiro.
► A ministra não veio a Goiás para vistoriar presídios, mas para discutir medidas e estratégias para o sistema penitenciário local e nacional.
► Em entrevista coletiva após a reunião, o governador Marconi Perillo afirmou quando consultado sobre a possibilidade da visita, que, caso a ministra considerasse necessário ir ao complexo, as condições para a vistoria estavam asseguradas pelas forças de segurança do Estado.
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