Governo estabelece redução do sódio em alimentos industrializados
Em virtude dos riscos que a substncia pode causar, o Ministrio da Sade, juntamente com representantes da indstria alimentcia, acordaram a reduo gradual de sdio em 16 categorias de alimentos.
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PE247 – Ele pode até dar aquele “toque” no tempero da batatinha frita, salgadinhos e outros alimentos que seduzem o público, sobretudo, infanto-juvenil. Mas além do gostinho salgado, o sódio pode ampliar os riscos à doenças como hipertensão, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer. Em virtude dos riscos que a substância pode causar, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com representantes da indústria alimentícia, assinou a nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados.
“É uma ação de prevenção. O esforço para mudança de hábito alimentar e o fato das pessoas terem acesso mais fácil a alimentos saudáveis, com menor quantidade de sódio, aliado à atividade física, pode ser fundamental para que a gente previna doenças cardiovasculares, hipertensão e até mesmo alguns tipos de cânceres”, afirmou Alexandre Padilha. Segundo o ministro, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que seja consumido, no máximo, menos de cinco gramas de sal diários por pessoa, até 2020.
Consumo disparado no Brasil
De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, enquanto o consumo total foi estimado em aproximadamente 12g diários, o que representa mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Esta pesquisa revelou, ainda, que mais de 70% dos brasileiros consomem mais do que 5g de sal ao dia (o equivalente a quatro colheres rasas de café), chegando este percentual a mais de 90%, no caso de adolescentes de 14 a 18 anos e adultos da zona urbana.
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