Governadores dizem que sentença de Moro é ‘incompatível com a Constituição’

Os governadores do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), se posicionaram contra a condenação do ex-presidente Lula pelo  juiz federal Sérgio Moro; Dino afirmou por meio de rede social que “tentar forçar a inelegibilidade do presidente Lula, sem provas consistentes, não é algo compatível com a Constituição Federal, nem com as leis”; já Dias disse que a condenação “já era algo de se esperar”, dando a entender que a questão teve cunho pessoal por parte do magistrado

Os governadores do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), se posicionaram contra a condenação do ex-presidente Lula pelo  juiz federal Sérgio Moro; Dino afirmou por meio de rede social que “tentar forçar a inelegibilidade do presidente Lula, sem provas consistentes, não é algo compatível com a Constituição Federal, nem com as leis”; já Dias disse que a condenação “já era algo de se esperar”, dando a entender que a questão teve cunho pessoal por parte do magistrado
Os governadores do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), se posicionaram contra a condenação do ex-presidente Lula pelo  juiz federal Sérgio Moro; Dino afirmou por meio de rede social que “tentar forçar a inelegibilidade do presidente Lula, sem provas consistentes, não é algo compatível com a Constituição Federal, nem com as leis”; já Dias disse que a condenação “já era algo de se esperar”, dando a entender que a questão teve cunho pessoal por parte do magistrado (Foto: Charles Nisz)


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Por Hylda Cavalcanti, da Rede Brasil Atual - Dois governadores se posicionaram contrários à condenação do juiz federal Sérgio Moro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: o do Piauí, Wellington Dias (PT), e o do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Ex-líder do PT no período em que foi senador e nome histórico da legenda, o governador Wellington Dias disse que  um gesto neste sentido partindo de Moro “já era algo de se esperar”, dando a entender que a questão teve cunho pessoal por parte do magistrado. Já Dino afirmou por meio de rede social que “tentar forçar a inelegibilidade do presidente Lula, sem provas consistentes, não é algo compatível com a Constituição Federal, nem com as leis”.

A posição do governador maranhense, embora curta, teve ampla repercussão no Congresso Nacional, pelo fato dele ter sido o primeiro secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e por ter tido uma carreira destacada como magistrado da Justiça Federal, antes de entrar para a política.

No caso de Wellington Dias, o piauiense afirmou que ao observar a decisão em detalhes chegou à avaliação de que houve condenação sem provas e, por isso, prefere esperar que o caso seja levado a outras instâncias, “para que se saiba, de fato, o que acontecerá com o presidente Lula”.

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“O processo está no nome de uma empresa e cita apenas uma visita dele (Lula) ao apartamento. É lamentável, mas acho que já era esperada uma condenação sem provas. Agora é esperar que seja apreciado em outras instâncias, até porque no próprio texto o juiz reconhece que não há essa prova. Portanto, pela lei, ninguém pode ser condenado por um crime não comprovado”, ressaltou Dias.


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