Goiás terá indústria de reciclagem de eletrônicos

Para se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), telefônica Oi firma parceria com o Grupo Ambipar, especializado em gestão ambiental, para a construção de fábricas também em Pernambuco, Rio de Janeiro, Amazonas e Rio Grande do Sul; cinco mil empregos serão gerados

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PE247 – Pernambuco receberá uma fábrica com o objetivo de coletar, manejar e reciclar eletroeletrônicos. O projeto é fruto de uma parceria entre a OI e o Grupo Ambipar, especializado em gestão ambiental. A iniciativa prevê construção de fábrica com esta mesma finalidade em outros quatro estados: Rio de Janeiro, Amazonas, Goiás e Rio Grande do Sul. O investimento, somando todas as unidades federativas, é de R$ 10 milhões, com geração de cinco mil empregos diretos e indiretos, e capacidade de processamento de 1,2 mil toneladas por mês.

O volume referente ao processamento praticamente dobra em relação ao que é produzido atualmente pela operadora, incluindo a fabricante Descarte Certo, localizada em Americana, São Paulo. Segundo a OI, a empresa já “realiza o gerenciamento do material descartado junto aos seus prestadores de serviços utilizando empresas de reciclagem homologadas pelos órgãos ambientais”.

“As fábricas estarão distribuídas pelas cinco regiões do país, facilitando as operações de logística, já que a Oi está presente em todo o território nacional”, afirma o presidente da Oi, Francisco Valim. De acordo com a empresa, foram mais de 3,3 mil toneladas foram encaminhadas para a reciclagem em 2011 e a meta é reaproveitar 100% dos resíduos nos próximos anos.

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A inciativa visa, também, adequar a empresa à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), cuja Lei 12.305, torna obrigatória a reutilização de resíduos sólidos e destinação ambientalmente adequada do lixo. Além disso, conforme a lei, tal responsabilidade passa a ser dividida entre fabricante, distribuidor, vendedor e consumidor.

“Com a construção dessas fábricas, o Brasil passa a ter a capacidade instalada necessária para desindustrializar produtos pós-consumo adequadamente. Isso colocará o país nos mesmos padrões internacionais com emprego de tecnologia, inovação, capacitação de mão-de-obra e geração de empregos”, diz o presidente da Descarte Certo, Lucio Di Domenico.

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