Goiás faz a diferença na balança comercial do país
Bom momento econômico coloca o Estado em evidência no cenário nacional; saldo da balança goiana representa 41,53% de toda a diferença positiva gerada pelo Brasil no mês de março; exportações goianas alcançaram US$ 553 milhões, contra US$ 484,9 milhões das importações, uma diferença de US$ 68,1 milhões; segundo secretário Alexandre Baldy, os principais produtos da pauta estadual foram a soja, carnes bovinas, aves e suínas, ferroligas, milho, açúcar, couros e derivados, etanol e produtos farmacêuticos; principais clientes estão na China (34,99%), Holanda (13,36%), Rússia (6,06%), Hong Kong (4,38%) e Estados Unidos (2,76%)
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Goiás247_ As exportações goianas chegaram em março a US$ 553,048 milhões, enquanto as importações atingiram o valor de US$ 484,927 milhões, proporcionando um saldo comercial de US$ 68,120 milhões. Analisando o trimestre deste ano (janeiro a março), as vendas goianas para o exterior atingiram a marca de US$ 1,370 bilhão e as importações fecharam em US$ 1,251 bilhão. Com isso, o saldo, que começou o ano negativo, agora acumula superávit de US$ 119 milhões. Os números foram apresentados pelo secretário da Indústria e Comércio do Estadoo, Alexandre Baldy.
Em relação à Balança Comercial brasileira de março, o saldo goiano representa 41,53%. O secretário explica que Goiás vem demonstrando cada vez mais competência como exportador, mesmo diante das crises internacionais para inserir os produtos goianos e brasileiros. Ele ainda diz que também há os gargalos logísticos - como os problemas enfrentados pelos portos brasileiros - que criam impasses para as exportações, mas assim mesmo Goiás tem atingido os objetivos. “No primeiro trimestre, enquanto o Brasil caiu quase 7,5%, Goiás vem caindo menos de 2%. Representa que estamos lutando cada vez mais para manter os números positivos das exportações e um saldo comercial importante para a Balança Comercial brasileira”.
Segundo Baldy, Goiás tem uma posição estratégica e deve-se aproveitar dessa logística. Para ele, com a construção do aeroporto de cargas de Anápolis, a finalização da Norte-Sul e o investimento do governo federal nas rodovias federais, como já acontece nas rodovias de Goiás, através do Rodovida , Goiás vai ter um melhor desenvolvimento nas exportações e importações.
Os principal produto exportado foi a soja (grãos, bagaços e óleo),seguida das carnes bovinas, aves e suínas, ferroligas, milho, açúcar, couros e derivados, preparações alimentícias, amianto, outros produtos de origem animal, gelatina e seus derivados, algodão, produtos químicos orgânicos, etanol, máquinas e equipamentos mecânicos e elétricos, produtos farmacêuticos, veículos, confecções e cosméticos. Os principais mercados que receberam os produtos foram a China, que comprou 34,99% do total. Em seguida, aparece a Holanda (13,36%), Rússia (6,06%), Hong Kong (4,38%), Estados Unidos (2,76%), França (2,66%), Coreia do Sul (2,43%), Finlândia (2,33%), Japão (2,19%) e Emirados Árabes Unidos (2,17%).
Nas importações, destacaram-se os produtos farmacêuticos (33,74%); veículos automóveis, tratores e suas partes (25,55%); adubos ou fertilizantes (12,92%); caldeiras, máquinas, aparelhos, e instrumentos mecânicos (10,54%); produtos químicos orgânicos (4,22%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos e suas partes (3,16%); instrumentos de aparelhos de óptica e fotografia (1,86%); plásticos e suas obras; borrachas e suas obras e obras de ferro fundido, ferro ou aço. As mercadorias são originárias, principalmente, da Coreia do Sul, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Tailândia, Suíça, China, Rússia, Argentina e Países Baixos (Holanda).
2013
Neste ano, segundo o secretário da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, Goiás vai participar de diversas missões internacionais e apresentar projetos de desenvolvimento e atrações de investimentos nos setores de comércio e serviço. “Tanto em projeto dentro do Governo de Goiás como também para projetos ligados ao setor privado. Todos os empresários que tenham interesse em atrair investimentos de outros países, que nos procurem na SIC para que possamos apoiar. Atraindo investidores, haverá a geração de emprego e melhor renda em Goiás”. Baldy enfatiza que a missão em 2013 é desafiadora, mas há projeções animadoras para atrair novas empresas e mercados, reduzir os desafios para que a economia goiana sobressaia acima da média nacional.Exportações goianas chegaram em março a US$ 553 milhões, contra US$ 484,9 milhões em importações, um saldo comercial de US$ 68,1 milhões; isso representa 41,53% de todo o saldo positivo alcançado na balança comercial brasileira no mês
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