Goiás cria 9,48% das vagas e lidera emprego no Brasil

Dos 196.913 mil postos de trabalho formais criados no País no mês de abril, o estado respondeu por 18.676, mostra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho; índice de crescimento do emprego em Goiás, de 1,59%, é três vezes superior à média nacional, de 0,49%; setores que mais contribuíram foram a indústria (8,2 mil vagas) e a construção civil (3,8 mil)

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Goiás247_ Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (21) pelo Ministério do Trabalho, mostram que Goiás liderou a geração de empregos no Brasil no mês de abril. Foram criados 18.676 mil empregos formais no Estado dos 196.913 gerados no País, o que representa 9,48% do total. Essa diferença entre demissões e contratações representa um crescimento de 1,59% em relação ao mês de março.

No acumulado dos últimos 12 meses, são 58,3 mil postos de trabalho novos no Estado, um aumento de 5,1%, segundo a pesquisa mensal do Ministério do Trabalho. Este é o maior saldo positivo para o mês na série histórica de Goiás e o primeiro lugar na geração de empregos no País, simplesmente três vezes superior à média nacional (0,49%) de abril.

Os setores que mais contribuíram foram a indústria (8,2 mil vagas) e a construção civil (3,8 mil empregos).

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Desde janeiro de 2011, o crescimento de empregos no  Brasil representou +9,39%, um aumento de 4.139.853 postos de trabalho no país inteiro. No plano nacional, o desempenho positivo é resultado da geração de 1.938.169 admissões e 1.741.256 desligamentos, os maiores para o período. Somente no atual governo, entre janeiro de 2011 e abril de 2013, o crescimento de empregos representou +9,39%, representando um aumento de 4.139.853 postos de trabalho.

Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que divulgou os dados do Caged, os números demonstram a retomada de crescimento do emprego. “Os números são otimistas, pois demonstram crescimento em praticamente todos os setores da economia", avalia o ministro, reiterando a expectativa do ministério do Trabalho de que o país gere 1,5 milhão de vagas este ano.

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No acumulado do ano, o emprego cresceu 1,39%, um acréscimo de 549.064 postos de trabalho, sendo que nos últimos 12 meses esse patamar alcançou 1.087.066 novas vagas, uma expansão de 2,79% no número de empregos celetista no país.

Pela primeira vez no ano os oito setores de atividade econômica apresentaram crescimento na geração de emprego, sendo o setor de serviços o que mais gerou postos de trabalho, 75.220 novas vagas (+0,46%),seguido da indústria de transformação com 40.603 postos (+0,49%), a construção civil com 32.921 (+1,03%) e a agricultura com 24.807 (+1,59%).

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Em termos geográficos a expansão foi verificada em praticamente todas as regiões, com destaque para o sudeste com criação de 127.210 empregos (+0,59) e Sul com mais 39.294 novas vagas (+0,54%). O Centro-Oeste gerou 29.978 (+0,98%), terceiro melhor resultado para o mês e o Norte com 2.059 (+0,11%). A única exceção foi a região Nordeste, com queda de 1.628 postos de trabalho (-0,03%) por conta da sazonalidade do setor sucroalcooleiro no período.

O crescimento do emprego foi verificado em quase todos os estados brasileiros, sendo que Goiás com 18.676 postos (+1,59%) e Sergipe com 2.520 (+0,89%) apresentaram saldo recorde. Santa Catarina com 10.273 postos (+0,53%) e Amapá com 583 postos (+0,77%) apresentaram o segundo maior saldo para o período. Nas nove áreas metropolitanas o crescimento registrado foi de 0,31%, um acréscimo de 51.618 vagas formais.

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