Goiás com PIB maior, acima da média nacional

Em meio ao noticiário negativo sobre o Estado, uma notícia positiva: o desempenho do Produto Interno Bruto goiano está acima do nacional, com crescimento de 6,6% contra 0,8%. Resultado surpreendeu até o secretário de Planejamento, Giuseppe Vecci

Goiás com PIB maior, acima da média nacional
Goiás com PIB maior, acima da média nacional (Foto: Divulgação)


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247 – O Estado de Goiás tem o que comemorar: o seu Produto Interno Bruto cresce acima da média nacional. Uma boa notícia, na área econômica, que mostra uma outra faceta goiana bem diferente da protagonizada por seus políticos. A informação é do diário O Hoje (ou leia aqui):

 

PIB de Goiás cresce 6,6% no 1º trimestre

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Desempenho do Estado foi bem acima do nacional, que teve alta de apenas 0,8% em igual período

Eduardo Ferreia

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O Produto Interno Bruto de Goiás (PIB) cresceu 6,6% no primeiro trimestre de 2012, registrando desempenho bem acima do nacional, que teve um aumento de apenas 0,8% no mesmo período. O resultado surpreendeu até mesmo o secretário Giuseppe Vecci, da Secretaria Estadual de Gestão e Planejamento (Segplan), responsável pela divulgação dos dados, na manhã de ontem. “Isso demonstra que a economia goiana continua pujante.

Nesse momento de ganhos, precisamos ampliar, reformular a política de atração de investimentos para Goiás e continuar desenvolvendo o trabalho de prospecção de negócios que sejam positivos para nosso desenvolvimento”, afirmou o gestor, após fazer a comparação com o PIB goiano com o brasileiro. 
Segundo Vecci, os números – embora sejam um “retrato momentâneo” da economia do Estado – devem ser comemorados, pois refletem “um conjunto de políticas públicas bem-sucedidas, implementadas pelo governo estadual”, disse ele, durante o evento realizado na sede do Conselho Regional de Economia (Corecon-GO), que contou ainda com as presenças do presidente da autarquia, Álen Rodrigues de Oliveira, e da superintendente de Estatísticas, Pesquisa e Informações Socioeconômicas da Segplan, Lillian Prado.

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Esta foi a segunda vez que a pasta divulgou os números trimestrais do PIB, que refletem a conjuntura econômica momentânea do Estado, relacionando seus índices ao contexto do País, antecedendo os cálculos do PIB anual. 
Conforme a Segplan, o crescimento do PIB de Goiás no primeiro trimestre de 2012 é resultado principalmente do desempenho da agropecuária e da indústria.

No período, a agropecuária registrou taxa de 9,7%, devido aos incrementos observados nos cultivos das lavouras temporárias, que avançaram 9,5%. A safra de grãos goiana cresceu 10,7% este ano, conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), posição de março. Esse resultado posiciona Goiás como o quarto maior produtor nacional.

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De acordo com o mesmo levantamento do IBGE, a soja, principal cultura do Estado, teve avanço de 7,4%. Também se destacaram o milho (33,9%) e o feijão (19,9%). Já cana de açúcar e sorgo registraram queda, respectivamente, de 2,2% e 16,7%. A Segplan apurou ainda que o setor pecuário apresentou elevação de 3,8%.

Outros setores
Em relação à indústria de Goiás, no primeiro trimestre deste ano, a taxa apurada foi de 9,5%, com destaque para a indústria de transformação, que teve incremento de 9,9%. O volume do valor adicionado dos serviços industriais de utilidade pública (eletricidade, gás, água e limpeza urbana) expandiu 22,4% no período, principalmente devido ao aumento na geração e consumo de energia elétrica em relação ao registrado no mesmo trimestre do ano anterior.

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Conforme a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE, houve crescimento de 18,8% na indústria goiana no primeiro trimestre deste ano. A indústria de transformação teve taxa de 20,1%, com ênfase na expansão de 84,7% na fabricação dos produtos químicos, influenciada pelos medicamentos. Já o segmento de minerais não metálicos registrou índice de 18,1%, impulsionado pela produção de cimento.

Já o setor de serviços cresceu 4,5% em relação ao mesmo período de 2011. Contribuíram para essa expansão o comércio e transportes.

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