‘Globo quer destruir o PT para a direita atropelar os trabalhadores’

Candidato à presidência nacional do PT, o senador Lindbergh Farias se reuniu com lideranças petistas baianas nesta sexta-feira, em Salvador, para defender sua candidatura, e afirmou que pensa num debate mais amplo para as diretrizes da legenda; ele criticou a relação entre os partidos de direita e a mídia, sobretudo a Rede Globo; "Quando a Rede Globo ataca o PT de manhã, de tarde, à noite, e de madrugada, é porque sabe que se destruir o PT [os direitistas] ficam com o caminho aberto para passar por cima dos direitos dos trabalhadores como estão fazendo atualmente", disse Lindbergh

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) defende a aprovação de Proposta de Emenda à Constituição de sua autoria (PEC 51/2013), que prevê a reformulação do sistema de segurança pública e o modelo de polícia adotada pelo Brasil
Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) defende a aprovação de Proposta de Emenda à Constituição de sua autoria (PEC 51/2013), que prevê a reformulação do sistema de segurança pública e o modelo de polícia adotada pelo Brasil (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - Candidato à presidência nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), o senador fluminense Lindbergh Farias se reuniu com lideranças petistas baianas nesta sexta-feira (31), em Salvador, para defender sua candidatura.

Ele afirmou que pensa num debate mais amplo para as diretrizes da legenda, e defendeu que a militância e todas as instâncias do partido "pensem também nos trabalhadores". O senador criticou a relação entre os partidos de direita e a mídia, sobretudo a Rede Globo. 

Quando a Rede Globo ataca o PT de manhã, de tarde, à noite, e de madrugada, é porque sabe que se destruir o PT [os direitistas] ficam com o caminho aberto para passar por cima dos direitos dos trabalhadores como estão fazendo atualmente", disse Lindbergh.

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O senador afirmou ainda que o PT tem que pensar num debate mais amplo, e não apenas focar na possível candidatura do ex-presidente Lula em 2018. "Que o PT construa não apenas a eleição de Lula, mas uma disputa política e ideológica na sociedade para pautar o Congresso Nacional e as instituições, porque a só a luta institucional não basta. Estou colocando meu nome a presidente nacional do PT porque eu acho que esse é o partido que representa os trabalhadores deste país"

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