Globo protege ACM Neto, acusa deputado

O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) acusou a Globo de proteger o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), depois que a revitalização na orla do bairro da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador, ser citada na delação da Odebrecht; segundo o ex-diretor da empresa na Bahia André Vital Pessoa de Melo, as obras custaram R$ 4,4 milhões a mais do que o valor previsto; "Como as organizações Globo protegem o seu sócio ACM Neto. O escândalo da obra da Barra já dura três meses, mas só vira notícia no G1 em pleno dia de São João"

O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) acusou a Globo de proteger o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), depois que a revitalização na orla do bairro da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador, ser citada na delação da Odebrecht; segundo o ex-diretor da empresa na Bahia André Vital Pessoa de Melo, as obras custaram R$ 4,4 milhões a mais do que o valor previsto; "Como as organizações Globo protegem o seu sócio ACM Neto. O escândalo da obra da Barra já dura três meses, mas só vira notícia no G1 em pleno dia de São João"
O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) acusou a Globo de proteger o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), depois que a revitalização na orla do bairro da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador, ser citada na delação da Odebrecht; segundo o ex-diretor da empresa na Bahia André Vital Pessoa de Melo, as obras custaram R$ 4,4 milhões a mais do que o valor previsto; "Como as organizações Globo protegem o seu sócio ACM Neto. O escândalo da obra da Barra já dura três meses, mas só vira notícia no G1 em pleno dia de São João" (Foto: Leonardo Lucena)


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Bahia 247 - O deputado federal Robinson Almeida bateu duro na Globo, depois que a revitalização na orla do bairro da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador, ser citada na delação da Odebrecht. Segundo o ex-diretor da empresa na Bahia André Vital Pessoa de Melo, as obras custaram R$ 4,4 milhões a mais do que o valor previsto. O dirigente disse terem ocorrido "irregularidades" no processo de licitação vencido pela Odebrecht para realização da reforma.
 
"Como as organizações Globo protegem o seu sócio ACM Neto. O escândalo da obra da Barra já dura três meses, mas só vira notícia no G1 em pleno dia de São João. Mesmo assim, vale a pena ler e repercutir. Principalmente pelo fato insólito que a empreiteira que teria abastecido o Caixa 2 do prefeito afirma ter havido irregularidades na obra. Por ação de minha autoria e do deputado Federal Afonso Florence, o Ministério Público também investiga esse escândalo", afirmou o parlamentar.
 
A delação aparece na petição 6632, assinada pelo ministro-relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Não estão detalhadas quais seriam as "irregularidades" apontadas por Vital. A delação premiada prevê que os delatores apresentem documentos para comprovar o que dizem aos procuradores.

O caso foi encaminhado por Fachin, que é relator da Operação Lava Jato no STF, à Justiça Federal da Bahia. O órgão vai analisar o caso e decidir se abre um processo de investigação, se anexa a um inquérito já em curso ou se arquiva o processo.

A obra da Barra estava prevista para custar R$ 57.705.106. Depois um aditivo contratual, em 5 de maio de 2014, aumentou o valor em R$ 4.464.719,81, elevando o custo para R$ 62.169.825,81. 

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Outro lado

A prefeitura informou ao G1 que foram realizados serviços complementares à obra não previstos no projeto original, porque foram registradas intercorrências na execução dos trabalhos. Entre os serviços citados pelo executivo que não estavam previstos estão apoio ao assentamento de redes de gás natural, implantação de redes coletoras de esgoto e fornecimento de material e montagem de linha de recalque e interceptor e implantação de coletor contínuo de drenagem.

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Foi mencionada, ainda, a substituição das balaustradas e serviços considerados importantes para a melhoria da intervenção como instalação de balizadores na pistas, construção de deck de acesso à praia, ao lado do Forte de Santa Maria, e implantação de infraestrutura para containers subterrâneos de coleta de lixo.

"Essas alterações tiveram como objetivo a adequação técnica dos objetivos da contratação, para que não houvesse omissão ou erro por parte da empresa contratada. Portanto, o termo aditivo foi amparado pela legalidade como também pelo juízo de oportunidade e conveniência facultado à administração pública, de modo que sua não execução não acarretasse em futuros prejuízos", diz a nota.

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