Geraldo tem primeira vitória na Câmara
A Câmara de Vereadores do Recife aprovou por unanimidade a Lei Orçamentária Anual (LOA) referente ao exercício 2013. A aprovação inclui a suplementação de 15% solicitada pelo novo prefeito, Geraldo Julio (PSB), de maneira que ele possa usufruir destes recursos sem necessitar de aprovação por parte dos parlamentares; com isto, Geraldo Julio conseguiu sua primeira vitória na Câmara sem nem ainda ter assumido a chefia do Executivo
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PE247 - A Câmara de Vereadores do Recife aprovou por unanimidade a Lei Orçamentária Anual (LOA) referente ao exercício 2013. A aprovação inclui a suplementação de 15% solicitada pelo novo prefeito, Geraldo Julio (PSB), de maneira que ele possa usufruir destes recursos sem necessitar de aprovação por parte dos parlamentares. Com isto, Geraldo Julio conseguiu sua primeira vitória na Câmara sem nem mesmo ter assumido a chefia do Executivo.
De acordo com o relator da Loa, Carlos Gueiros (PSDB), a iniciativa de ampliar a suplementação veio do entendimento de que a peça orçamentária não foi elaborada pela gestão que irá assumir a Prefeitura do recife a partir do dia 1 de janeiro, não contemplando os compromissos assumidos pelo novo prefeito em se programa de governo.
Apesar da aprovação, alguns vereadores do bloco da oposição discordam do índice da suplementação. Para Priscila Krause (DEM), o patamar ideal seria de 10%. “Compreendo que este momento é diferente, porque se desenha politicamente nesta Cidade a intenção de se inaugurar uma forma de governar compartilhada entre três atores corresponsáveis, o Executivo, o Legislativo e sociedade do Recife, e essa suplementação é o mecanismo que nós temos para trazer o debate para nós”, disse em entrevista ao jornal folha de Pernambuco.
Já Aline Mariano (PSDB) pleiteava um índice ainda menor, de apenas 8%. “Se fossem aprovados os 8% que estou defendendo, o valor do crédito suplementar em cima de um orçamento de R$ 4,2 bilhões ficaria em torno de R$ 250 milhões; se fossem os 10%, seria um montante de R$ 313 milhões; e 15% corresponderiam a cerca de R$ 470 milhões, quase meio bilhão, o que é um valor muito alto para uma gestão que se propõe a ser diferente”, observou.
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