Funaro revela detalhes de propina de R$ 4,5 milhões a Antônio Andrade

Segundo o corretor financeiro Lúcio Funaro revelou ao Ministério Público, o ex-deputado Eduardo Cunha e Joesley Batista, dono da JBS, conseguiram indicar o então deputado Antonio Andrade para o Ministério da Agricultura, para que atendesse demandas de Joesley; esquema beneficiou as empresas de Joesley com pelos menos duas medidas: a proibição de venda da despojos de boi por pequenos frigoríficos e de um remédio para parasitas, a ivermectina; "Ele recebeu no caso da ivermectina R$ 3 milhões e no caso do despojo, R$ 1,5 milhão", disse Funaro  

Segundo o corretor financeiro Lúcio Funaro revelou ao Ministério Público, o ex-deputado Eduardo Cunha e Joesley Batista, dono da JBS, conseguiram indicar o então deputado Antonio Andrade para o Ministério da Agricultura, para que atendesse demandas de Joesley; esquema beneficiou as empresas de Joesley com pelos menos duas medidas: a proibição de venda da despojos de boi por pequenos frigoríficos e de um remédio para parasitas, a ivermectina; "Ele recebeu no caso da ivermectina R$ 3 milhões e no caso do despojo, R$ 1,5 milhão", disse Funaro
 
Segundo o corretor financeiro Lúcio Funaro revelou ao Ministério Público, o ex-deputado Eduardo Cunha e Joesley Batista, dono da JBS, conseguiram indicar o então deputado Antonio Andrade para o Ministério da Agricultura, para que atendesse demandas de Joesley; esquema beneficiou as empresas de Joesley com pelos menos duas medidas: a proibição de venda da despojos de boi por pequenos frigoríficos e de um remédio para parasitas, a ivermectina; "Ele recebeu no caso da ivermectina R$ 3 milhões e no caso do despojo, R$ 1,5 milhão", disse Funaro   (Foto: Aquiles Lins)


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Minas 247 - Na delação premiada que fez junto ao Ministério Publico Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro revelou como o atual vice-governador de Minas, Antonio Andrade, do PMDB, foi beneficiado com recebimento de propina por meio da associação criminosa chefiada pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

Segundo Funaro, Cunha e Joesley Batista, dono da JBS, conseguiram indicar o então deputado Antonio Andrade para o Ministério da Agricultura, para que atendesse demandas de Joesley.

De acordo com Funaro, o grupo indicou o ministro e mais dois funcionários para o ministério. Em troca, segundo Funaro, o esquema beneficiou as empresas de Joesley com pelos menos duas medidas: a proibição de venda da despojos de boi por pequenos frigoríficos e de um remédio para parasitas, a ivermectina.

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O Ministério Público questionou o que Andrade solicitou como propina pra fazer isso. "Ele recebeu no caso da ivermectina R$ 3 milhões e no caso do despojo, R$ 1,5 milhão", disse Funaro. 

 

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