Fraudes no Incra incluem pagamento por estradas já construídas, diz PF

Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 3, que as supostas fraudes realizadas com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que motivaram a operação Rota 26, incluem pagamento por construção de estradas que já tinham sido feitas e de obras que nem foram executadas; prejuízos chegam a R$ 1,4 milhão; entre os alvos de condução coercitiva da operação estão os deputados José Roberto Forzani (PT), ex-superintendente do Incra, e Rocha Miranda (PMDB), ex-prefeito da cidade de Araguatins

Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 3, que as supostas fraudes realizadas com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que motivaram a operação Rota 26, incluem pagamento por construção de estradas que já tinham sido feitas e de obras que nem foram executadas; prejuízos chegam a R$ 1,4 milhão; entre os alvos de condução coercitiva da operação estão os deputados José Roberto Forzani (PT), ex-superintendente do Incra, e Rocha Miranda (PMDB), ex-prefeito da cidade de Araguatins
Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 3, que as supostas fraudes realizadas com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que motivaram a operação Rota 26, incluem pagamento por construção de estradas que já tinham sido feitas e de obras que nem foram executadas; prejuízos chegam a R$ 1,4 milhão; entre os alvos de condução coercitiva da operação estão os deputados José Roberto Forzani (PT), ex-superintendente do Incra, e Rocha Miranda (PMDB), ex-prefeito da cidade de Araguatins (Foto: Aquiles Lins)


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Tocantins 247 - A Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 3, que as supostas fraudes realizadas com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que motivaram a operação Rota 26, incluem pagamento por construção de estradas que já tinham sido feitas e de obras que nem foram executadas. Os prejuízos chegam a R$ 1,4 milhão.

A operação envolveu os deputados estaduais José Roberto Forzani (PT), ex-superintendente do Incra, e Rocha Miranda (PMDB), ex-prefeito da cidade de Araguatins. Os dois deputados tiveram mandados de condução coercitiva e prestaram esclarecimentos. 

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A operação investiga desvios de recursos destinados a obras de implantação e recuperação de estradas vicinais em projetos de assentamentos. Ao todo, 39 mandados judiciais foram cumpridos em seis cidades, nesta segunda-feira: em Palmas, Miranorte, Paraíso do Tocantins, Araguaína, Buritis do Tocantins e Araguatins.

Os contratos foram feitos nos anos de 2008 a 2010, mas se prolongaram nos anos seguintes. As fraudes foram verificadas no segundo semestre de 2013 pela Controladoria Geral da União. "Nós fizemos um trabalho em três convênios e quatro contratos. De um valor de R$ 4,2 milhões, o prejuízo por inexecução ou por execução fora dos padrões foi na faixa de R$ 1,4 milhão", informou o chefe da CGU no Tocantins, Claudio Henrique Fernandes.

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Ele explicou que as irregularidades aconteciam desde o processo licitatório. "Existiam licitações feitas com projetos que estavam fora do padrão normativo previsto pelo próprio Incra. O Incra prevê por exemplo estradas vicinais em assentamentos com largura máxima de 16 metros. No projeto tinha sete metros de largura e foi feito uma contratação para sete metros. Mas na hora da execução, apenas 4 metros foram executados e foram pagos o valor referente a sete metros." (Com informações do G1 Tocantins)

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