Fraudes na Casa Militar de PE alcançam contratos de R$ 450 mi

Operação Torrentes da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (9), tem como foco central desvios de recursos em contratos firmados pela Casa Militar do Governo de Pernambuco que somam R$ 450 milhões; desvios, segundo a PF, teriam acontecidos em 2010, por meio da Operação Reconstrução, que tinha como objetivo prestar assistência e reconstruir as cidades da Zona da Mata Sul do Estado que foram devastadas pelas enchentes registradas em julho daquele ano

Operação Torrentes da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (9), tem como foco central desvios de recursos em contratos firmados pela Casa Militar do Governo de Pernambuco que somam R$ 450 milhões; desvios, segundo a PF, teriam acontecidos em 2010, por meio da Operação Reconstrução, que tinha como objetivo prestar assistência e reconstruir as cidades da Zona da Mata Sul do Estado que foram devastadas pelas enchentes registradas em julho daquele ano
Operação Torrentes da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (9), tem como foco central desvios de recursos em contratos firmados pela Casa Militar do Governo de Pernambuco que somam R$ 450 milhões; desvios, segundo a PF, teriam acontecidos em 2010, por meio da Operação Reconstrução, que tinha como objetivo prestar assistência e reconstruir as cidades da Zona da Mata Sul do Estado que foram devastadas pelas enchentes registradas em julho daquele ano (Foto: Paulo Emílio)


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Pernambuco 247 - Operação Torrentes da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (9), tem como foco central desvios de recursos em contratos firmados pela Casa Militar do Governo de Pernambuco que somam R$ 450 milhões. Os desvios, segundo a PF, teriam acontecidos em 2010, por meio da Operação Reconstrução, que tinha como objetivo prestas assistência e reconstruir as cidades da Zona da Mata Sul do Estado que foram devastadas pelas enchentes registradas em julho daquele ano.

De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), responsável pelo relatório que resultou na ação policial desta quinta-feira, funcionários da Casa Militar direcionavam contratos e licitações para grupos empresariais em troca de propinas. Além disso, a CGU apontou superfaturamento e a não realização de diversas obras que foram contratadas e cujos recursos foram repassados pela União.

Também teriam sido encontrados indícios de superfaturamento em obras da Operação Prontidão, que também visava atender municípios da Mata Sul que também foram atingidos pelas enchentes de 2007. Na época o governador do Estado era Eduardo Campos (PSB), já falecido.

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Ao todo, 260 agentes federais e 25 servidores da CGU estão cumprindo 71 mandados judiciais, sendo 36 de busca e apreensão, 15 de prisão temporária e 20 de condução coercitiva nos Estados de Pernambuco e Pará.

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