França: quem ofender a PM corre risco de vida em SP

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou que aquele que ofender a PM, ofender a integridade policial, está correndo risco de vida; "As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser", disse

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou que aquele que ofender a PM, ofender a integridade policial, está correndo risco de vida; "As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser", disse
O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou que aquele que ofender a PM, ofender a integridade policial, está correndo risco de vida; "As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser", disse (Foto: Leonardo Lucena)


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SP 247 - O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou nesta segunda-feira (14) que aquele que ofender a Polícia Militar, ofender a integridade policial, está correndo risco de vida. 

"As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser", disse o chefe do executivo paulista, que esteve em Araçatuba (a 540 km de SP) para assinar convênios e entregar unidades habitacionais na região.

Neste domingo (13), França homenageou a cabo da PM Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão durante tentativa de assalto em frente a uma escola em Suzano, na Grande São Paulo.

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"É claro que a gente gostaria que não acontecessem casos assim, mas quando acontecem casos como este, eu fiz questão de elogiar. Acima de tudo, como mãe, ela deu um exemplo para a sociedade. Os jornais podem criticar, eu respeito quem critica, mas a maioria de São Paulo elogiou e acha que está correto, que a atitude da moça foi decente", disse.

"Quando um médico, a polícia, um político fazem coisas erradas, a gente não tem que criticar? Do mesmo jeito, quando fazem uma coisa certa, que é acima da obrigação, a gente tem que elogiar. Não custa nada elogiar. A PM é o único setor público em que, quando falham, são identificados. Em qualquer lugar que eles andam, sabem que são policiais. Então são vulneráveis", complementou.

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