Fiscalização apreende carne vencida em Arapiraca

Agentes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco apreenderam 1,4 tonelada de carcaças suínas com prazo de validade vencido ou sem identificação de origem, em Arapiraca, cidade mais importante do interior de Alagoas; ação teve como motivação uma denúncia recebida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Estado

Agentes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco apreenderam 1,4 tonelada de carcaças suínas com prazo de validade vencido ou sem identificação de origem, em Arapiraca, cidade mais importante do interior de Alagoas; ação teve como motivação uma denúncia recebida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Estado
Agentes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco apreenderam 1,4 tonelada de carcaças suínas com prazo de validade vencido ou sem identificação de origem, em Arapiraca, cidade mais importante do interior de Alagoas; ação teve como motivação uma denúncia recebida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Estado (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 - Nessa terça-feira (16) à noite, agentes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco apreenderam 1,4 tonelada de carcaças suínas com prazo de validade vencido ou sem identificação de origem. A apreensão ocorreu numa unidade de beneficiamento de produtos cárneos, localizada no bairro Caititus, em Arapiraca.

No local, que foi interditado, a força-tarefa também encontrou carne que só poderia ser vendida no estado de Goiás e até mesmo peças sem rótulos.

A ação teve como motivação uma denúncia recebida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Estado de Alagoas. Segundo a representação, um estabelecimento clandestino de produtos de origem animal realizava a distribuição da carne para localidades de Arapiraca.

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Ao entrar na unidade, a força-tarefa encontrou um ambiente repleto de carcaças, cortes, vísceras, miúdos de suínos e bovinos com diversos problemas e possivelmente destinadas ao consumo humano. 

"Certamente seriam comercializadas porque ninguém gasta energia com câmara fria para manter essas carnes e depois jogar fora depois", avaliou um fiscal da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal).

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Produção de linguiça

Para o agente público, há indícios de que o material apreendido seria processado e transformado em embutidos: "No local, havia todos os itens necessários para isso: carne, condimentos, envoltórios e maquinário específico. Por essa razão, entende-se que a unidade pode estar fabricando linguiça".

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Além dos produtos clandestinos, outro aspecto que chamou a atenção da fiscalização foi a procedência de parte das carnes. Algumas peças tinham selo da agência de fiscalização do Estado de Goiás, que só permite a comercialização delas lá.

Conhecido até pouco tempo atrás como entreposto de carnes, a empresa responderá pela falta dos registros sanitários necessários à industrialização, manipulação e/ou processamento de produtos de origem animal, a exemplo do registro no Ministério da Agricultura e na Adeal, que multou o proprietário.

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A unidade de beneficiamento de carne de produtos cárneos também recebeu autos de infração do Instituto de Preservação do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea/AL) pela falta de licença ambiental e de anotação de responsabilidade técnica, respectivamente.

Com gazetaweb.com e assessoria

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