Fiesp adere ao militarismo do governo Bolsonaro

Demonstrando uma aproximação cada vez maior com a extrema-direita e o militarismo após a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República, a Fiesp promoveu uma solenidade para condecorar o comando das Forças Armadas;'Fico muito feliz que o Brasil passe por momento em que valoriza as suas Forças Armadas', disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB); 'Desde os primeiros momentos, em todas as nossas escolas, tinham sempre e têm hasteada a bandeira do Brasil, como na minha sala e como no prédio da Fiesp em muitos momentos históricos do Brasil', completou

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São Paulo 247 - Demonstrando uma aproximação cada vez maior com a extrema-direita e o militarismo após a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promoveu uma solenidade para condecorar o comando das Forças Armadas. "Fico muito feliz que o Brasil passe por momento em que valoriza as suas Forças Armadas", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB). "Desde os primeiros momentos, em todas as nossas escolas, tinham sempre e têm hasteada a bandeira do Brasil, como na minha sala e como no prédio da Fiesp em muitos momentos históricos do Brasil", completou.

Além de homenagear o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Ademir Sobrinho, e os comandantes da Marinha, Eduardo Ferreira, e da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, a Fiesp também concedeu sua maior horaria, a Comenda da Ordem do Mérito Industrial São Paulo no grau Grão Cruz, normalmente entregue a reis, príncipes, presidentes e primeiros-ministros, para o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

Apesar do alto número militares na equipe do presidente eleito e das declarações durante o período eleitoral de que as Forças Armadas "estavam prontas para agir" caso fosse necessário – o que foi entendido como uma ameaça ao estado democrático de direito -, o general Luna, primeiro militar a chefiar a Defesa desde 1999, quando a pasta foi criada negou que haja uma politização das Forças Armadas. "De jeito nenhum", afirmou. Segundo ele, isso "é um reconhecimento de valores que as autoridades que foram eleitas pelo povo encontram nas Forças Armadas". Para ele, "as Forças Armadas não inauguram promessas, entregam resultados".

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